Concurso para o Pavilhão do Brasil na Expo Xangai 2010

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A AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) e a APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e investimentos), segundo informações publicadas na PINIweb nesta data, realizaram concurso para o Pavilhão Brasileiro na Expo Xangai 2010. O projeto vencedor é de autoria do arquiteto Fernando Brandão, que concorreu com Klaus Dal Pai Bohne, Tria Sistemas de Arquitetura, Gustavo T. Bertozzi e Nexo Arquitetura e Construções.

Ainda segundo a referida notícia, o projeto vencedor é baseado nas “Cidades Pulsantes” do Brasil. O arquiteto Marcel Tanaka, um dos autores do projeto, declarou ao portal PINIweb:

“A fachada do pavilhão, na forma de um parêntese invertido, representa justamente essa pulsação. Em desenhos animados essa forma sempre representa algo vibrando, pulsando. Por isso, desenvolvemos essa fachada, que será feita com pedaços sobrepostos de madeira reciclada e pintada de verde, que vão ser apoiadas em uma estrutura metálica. Tanto a cor, que representa a bandeira nacional, quanto as madeiras sobrepostas, que lembram os artesanatos em palha, são referências ao País.”

(…)

“O pavilhão possuirá dois pavimentos. No superior, no qual os visitantes entrarão primeiro ao subir uma passarela, está prevista uma sala de espelhos que refletirão vídeos com atmosferas de urbanidades brasileiras, como a avenida Paulista, o metrô da Sé e a praia de Copacabana. Já no térreo, os visitantes vão encontrar referências da Copa do Mundo de 2014, painéis mostrando projetos de sustentabilidade e urbanismo em todo o País e um lounge televisivo, para que o espectador tenha contato com o cotidiano brasileiro. Por fim, ao sair do pavilhão, terá uma loja com produtos do País e um restaurante com comida típica brasileira.”

Veja abaixo algumas imagens do projeto.

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Nota do editor – portal concursosdeprojeto.org

Não foram localizadas nas páginas da AsBEA ou da APEX na internet informações sobre o referido concurso. Não há informações sobre quando a seleção foi realizada, quais foram os procedimentos, se o concurso foi restrito a convidados, qual a comissão julgadora ou sobre os critérios de seleção. Em nenhuma das referidas páginas foram encontrados registros de anúncios do lançamento do referido concurso. O portal concursosdeprojeto.org entrou em contato, por meio de correio eletrônico, com as duas instituições e aguarda maiores informações sobre o referido concurso. Foi contactada também a Assessoria de Comunicação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que em 2008 assinou contrato para a participação do Brasil na Expo Xangai 2010.

Veja aqui outras notícias relacionadas à Expo Xangai 2010.

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Fonte: PINIweb

85 comentários sobre “Concurso para o Pavilhão do Brasil na Expo Xangai 2010

  1. Seria tambem uma incrivel chance de cooperacao com os paises com as mais avançadas tecnologias de sustentabilidade, inclusive a propria China que tem quebrado records atras de records de fabricacao de equipamentos de geracao de energia fotovoltaica a preco cada vez mais baixo e competitivo com outras formas de geracao de energia eletrica, coisa que o setor eletrico brasileiro vem dizendo em publico a mais de 20 anos que é impossivel e indesejavel, claro pois eles nao podem cobrar contas de eletricidade de paineis fotovoltaicos particulares e descentralizados.

  2. Eu como engenheiro ambiental tentei junto a Agencia Brasileira de Cooperacao buscar apoio para montar na Expo Shanghai o projeto da primeira cidade brasileira Carbono Zero, que seria uma extraordinaria plataforma de negocios para atrair capitais e tecnologia para a elaboracao de um projeto magnifico que faria do Brasil um pioneiro internacional em sustentabilidade e que realmente horaria e dignificaria o nome do nosso pais perante o mundo. A minha proposta foi solenemente ignorada em todos os ambitos onde a levei, sento ainda feita algumas tentativas de apropriacao indebita da ideia, confirmando todos os tristes comentarios feitos nesta pagina sobre a participacao do Brasil na Expo Shanghai. Eu lamento que tao extraoridinaria oportunidade de avaço para a humanidade tenha sido perdida e manifesto minha esperança, embora remota, que alguem que venha ler esta mensagem possa entrar em contato e podermos juntos ainda fazer algo a respeito. Meu email é sangit21@hotmail.com e meu facebook é Vanilson Lima.

  3. Este projeto registra fisicamente nossa sociedade atual e alguns de seus valores predominantes, como um documento, para que no futuro nos lembremos sobretudo, de como atualmente os interesses pessoais, de poucos, se sobressaem aos valores da sociedade em geral, do coletivo.

    Não bastasse o constante e progressivo montante de falcatruas, politicagens e mentiras, que moldam nosso estatus quo, ainda temos que ser constrangidos internacionalmente pela física representação desses obscuros valores.

    Quais movimentações e interesses políticos se escondem atrás destes ícones de vergonha ? Quem está rindo atoa neste momento enquanto nos indignamos ? Como podemos responsabilizar esses elementos a ponto de terem ao menos noção da conseqüência desastrosa de seus atos mesquinhos ?

    Lamento também pelo arquiteto que se prestou a passar por tal papelão. Seria ele tão inocente para não perceber a real importância da situação e sua repercussão ? O constrangimento nacional associado ao seu nome ? Teria ele ficado tão cego e feliz dentro do grupinho Asbea que teria lhe faltado o discernimento para SABER que essa palhaçada poderia lhe trazer mais prejuízo do que recompensas ? Esse projeto é de tal maneira insignificante para a sociedade e arquitetura brasileira, que sequer o próprio autor parece levá-lo a sério. Não encontrei nenhuma informação sobre o projeto em seu site, onde até mesmo estandes de feiras parecem ter mais relevância do que o controverso pavilhão.

    Se este pavilhão foi infeliz em seu propósito, do processo ao projeto, que pelo menos sirva de exemplo para não seja repetida a cagada. Duvido, mas resta a esperança.

  4. Vi fotos e vídeos do pavilhão tailandês e do Nepal,ficou realmente exelente,conseguiram expressar e mostrar a cultura deles muito bem mesmo!
    Agora o Brasil deixou muito a desejar,estão mostrando apenas coisas que o mundo já sabe(Ipanema,fotebol)… E projetos de sustentabilidade? Essa eu quero ver,depois dos protesto da usina-hidrelétrica do xingu,entendo e compreendo a frustação de todos vocês aqui!
    Alguns pavilhôes Europeus também ficaram bem ruins,os franceses se indiguinaram com o pivihão deles,deveriam escolher melhor as pessoas para montar esses projetos!!!

  5. É de chorar… e pensar que estamos fazendo o mesmo com as Olimpíadas… e vai ficar assim? não há nada de concreto que possamos fazer, além de ficar trocando posts indignados? Tenho vergonha quando me dizem que sou brasileiro… alguém aí, por favor, dá o sinal que eu quero descer!

  6. Que os pavilhões do Brasil nas Expos são super pobrezinhos é bem comum….
    Trabalhei na Expo98 em Lisboa, que foi maravilhosa, mas já la o pavilhão do Brasil era pobre, que pena!!!!!
    Será que Olimpiadas e Copa do Mundo serão assim também??? E o Brasil que se acha tão criativo e inovador…. sim em dar projetos a quem não tem capacidade.

  7. Num país onde a autoconstrução cresce cada vez mais, motivada talvez pela carência de políticas públicas de valorização à arquitetura sustentável (no sentido holístico do termo), não há de se espantar com um ato autoritário e elitista que se encerra num projeto de extremo descabimento e – opinião pessoal – mal gosto.

    É lastimável o desvínculo com os valores nacionais nesse projeto. Os links – cordialmente indicados pelo André – demonstram um descompasso do projeto brasileiro em relação aos das outras nações. Uma completa vergonha, não pelo despreparo do arquiteto vencedor – que pode ter, naturalmente, suas limitações – mas pela falta de consideração para com os milhares de profissionais capacitados, que contribuem com as taxas dos famintos Conselhos de Classe (que nessas horas não aparece), para nem mesmo tomarem conhecimento do concurso.

    A ética, definitivamente, não existe mais na arquitetura. Todos nós, que tanto reclamamos dos parlamentares, precisamos agir para que essa realidade seja modificada dentro da nossa profissão.

    É começar tudo de novo.

  8. Arquitetura fachadista, que esconde barracão pré-moldado, ou tenta, para mim, é já começar errado, depois disso tudo ver para acrescentar o mau gosto da equipe.

  9. O projeto definitivamente é de mal gosto e sua explicação idem. Nossas riquezas naturais e arquitetônicas não estão representadas nisso.

  10. É uma pena ver que mesmo após tanto tempo sem participar de um evento de tal importância cultural, onde a principal idéia é exibir como ficamos após 500 anos, eu.. meu povo mais uma vez certamente conseguiremos provar ao mundo, quão vergonhosa está nossa realidade e não só cultural mais.. hum.. arquitetônica?? bem.. sei lá, é difícil definir um nome para essa coisa.
    Até os gringos já apelidaram o tal “projetinho” de (the condor’s nest) ou ninho de urubus?? Sei lá.. acho que tanto faz o pássaro.
    Em 2005 trabalhei na World Expo Japan, todos e eu mesmo me perguntava porque o Brasil não participara, Bem.. agora todos temos uma resposta bem clara, a começar pelo discursinho.
    Concluo que, após tal evento, indiscutivelmente manteremos perante o mundo nossa postura de exóticos selvagens e que nossa meta é ter um cipó 0km e uma árvore própria, de preferência cheia de ninhos..
    É só lamento..
    té.

  11. A Arquitetura é a sintese de representação cultural de um pais em todas as suas artes e deveria ser a nossa propaganda mundo afora, como já aconteceu em outras épocas, vejo o nosso presidente marolinha emprestando 10 bilhoes ao FMI(com lingua presa e tudo o mais no discurso…),vejo emprestar dinheiro a pobre África e agora as vítmas desse terrível terremoto que matou milhares de haitianos e ai sim a ajuda de 30 milhões de dólares faz todo o sentido…. socorro aos bancos???? proer…. e toda vez que tem que fazer o pavilhão do Brasil é a mesma historia, falta verbas??? devemos enviar todos nós milhares de arquitetos do brasil carta ao Itamaraty, para liberar em caratér de urgência pelo menos um bilhão para a (re)construção do pavilhão do Brasil de Xangay após esse desastre calamidade pública que é esse pavilhão??? apresentado…. Presidente LULALA somos também vítmas do terremo que aconteceu com a arquitetura Brasileira……..
    Gente infelizmente passamos 50 anos reclamando do nosso maior arquiteto e agora sou obrigado a reconhecer chama o VELHO e com um rabisco curvado ele rebola esse galpão la pra…..ASBEA e afins e deixa os gringos de cintura dura tudo com torcicolo……..
    Agora finalizando vamos fazer concursos por que esse ai, bem esse ai foi de lascar!!!!!!
    Fui……………………………….

  12. O concurso deve ter sido pra escolher o pior projeto, por isso não foi aberto…

    com todo respeito ao colega vencedor, acho que o Brasil merece e tem profissionais capacitados pra fazer coisas muito mais belas e representativas.

  13. Mais um desserviço prestado a arquitetura brasileira…deveríamos nos recusar a participar desse “miss xanghai” 2010. Não temos nada a ganhar com essa expo de araque e esse projeto completamente equivocado e infeliz.

  14. Olha,

    O que me incomoda não é o futebol, as mulheres, o carnaval, Maracanã, enfim, as imagens clichê do Rio de Janeiro. Afinal, gostem ou torçam o nariz, isto é parte da cultura nacional, e ponto final.
    O que irrita é que em ocasiões como esta se perde uma excelente oportunidade de se contradizer estes estereótipos que povoam as cabeças dos gringos… perde-se uma oportunidade de se mostrar que o Brasil é muito – mas muito mais – rico e diverso do que estas velhas imagens de sempre. Se for inevitável colocá-las então, pelo menos, que se enriqueça com outras não-clichês.

    Mas o que se pode esperar de um concurso fechado? Mais um exemplo da “face má da cultura nacional”: o clientelismo, o favorecimento oculto, o cartel… só pode dar nisto. Surpreendente seria se fosse difertente…

    Sobre a arquitetura, nem vou comentar. Não vale a pena, os demais aqui já disseram tudo por mim.

  15. Como se não bastasse o cinema brasileiro nos envergonhar lá fora, reforçando a imagem de “país-do-futebol,samba-e-caipirinha”, vem esses projetos fracos, pobres e sem personalidade!Tá loco!Publiquem o meu projeto!!!

  16. Vergonhoso,, horrível,, e que conceito pobre,, sem embasamento teórico algum,, acho que até o “pavilhão” do bingo na 23 de Maio em São Paulo é mais interessante.

  17. Nossa o projecto é mau em todos os aspectos.
    Os renders e o projecto de arquitetura são toscos, eu se fosse o arquiteto não tinha coragem de apresentar um trabalho com esta falta de qualidade.
    Fui ao site ver os outros trabalhos dele e basicamente ele faz stands (fez o da Asbea) e se reparamos bem o que ele fez foi um stand em escala alargada, esqueceu-se que um projeto pode funcionar bem numa escala e ser um desastre em outra.

  18. Que discursinho podre! É uma pena a arquitetura brasileira ser representada por este projeto… Do início do processo ao resultado do projeto vemos essa mania nacional de empurrar tudo com a barriga…uma vergonha!

  19. INFELIZ até falar chega! como o próprio autor mesmo diz(ou seu estagiario, que provavelmente tinha mais tempo):
    “está prevista uma sala de espelhos que refletirão vídeos com atmosferas de urbanidades brasileiras[????], como a avenida Paulista, o metrô da Sé e a praia de Copacabana(…)painéis mostrando projetos de sustentabilidade e urbanismo em todo[????] o País,(…)Por fim, ao sair do pavilhão, terá uma loja com produtos do País e um restaurante com comida típica brasileira.”

    provavelmente grifes “daslu”, pizzas da mooca ou quem sabe um McDonald’s(ô lôco mêu).

    sem mais comentários… como disse nosso amigo Kalil, já que partimos até para o futebol, “é de desanimar”

  20. Novamente: Acho que o projeto representa como nunca a triste realidade do nosso país! A condição de se orgulhar da própria ignorancia! a de “não saber de nada”! A terra da maracutáia! Sem, desta vez, me referir a ninguém!!!

  21. Após algum tempo sem passear por aqui, vale apenas lamentar esta “salada de iras”, com distintos colegas derramando fel sobre quase tudo, sobrando até mesmo para o CAU, triturado juntamente com um elenco variado de entidades “ditas” representativas da nossa mal amada profissão. Uma pena que nossos esforços e capacidade criativa estejam tão desfocados do cerne disso tudo: antecipação de fatos antes que estejam politicamente consumados, como os projetos para a copa 2014 entre dezenas de outros casos apontados neste mesmo forum.

  22. Um galpão industrial de dois pavimentos com uma platibanda bem feia cercado por qualquer coisa para se dizer sustentável…
    Com todo o respeito, qualquer estudante teria no mínimo medo de fazer algo assim…

    Me pergunto quais foram as referências de projeto

  23. E eu que sempre dizia que a ASBEA era a Associação Baulista de Escritórios de Arquitetura com o Joel e Mahfuz de estrangeiros, agora vejo meu erro: a verdade é que é realmente a Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura e como disseram ali em cima, com pavilhão próprio em Xangai. Não deixa de ser uma esperteza e ficamos nós aqui a lamentar o derramado. Fui.

  24. A notícia e o debate em torno ao pavilhão – iniciado neste portal – parece que vão finalmente chegar aos jornais.
    Os jornalistas Silas Martí e Raul Juste Lores publicaram a seguinte matéria:
    http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br/arch2009-08-23_2009-08-29.html
    Há três informações que se destacam:
    1 – O autor do projeto vencedor é da diretoria da AsBEA, a organizadora do suposto concurso. Mais uma vez todos os procedimentos usuais da lei de licitações e do regulamento de concursos do iab foram deixados de lado. É vedada a participação em concursos de membros da entidade organizadora ou da promotora.
    2 – O próprio autor do projeto admite a má qualidade da proposta, justificando-a pela falta de tempo, como se a própria participação no processo não implicasse automaticamente na anuência de todos os seus termos.
    3 – Como de praxe, de fato havia sido sugerida a contratação por notória especialização, felizmente descartada, conforme havíamos sugerido no comentário anterior.

  25. Sobre a trivialidade dos outros projetos, é consolo saber que somos igualmente medíocres?
    Nessas horas, lembro do Josep María Montaner: “cada posição formal remete a uma concepção do mundo e do tempo” e “por trás da estética adotada por um autor para determinado projeto, existem sempre implicações ÉTICAS, SOCIAIS e POLÍTICAS”.
    Depois de escândalo no Senado (apesar de sua boa arquitetura) e tudo mais, acho que a arquitetura brasileira até que está bem representada…
    tsc tsc tsc

  26. Olha a falta de criatividade desse projeto é de se espantar, e se espanta ainda mais ele ter vencido.
    O Brasil concerteza merece coisa melhor vocês viram o Pavilhão da Dinamarca, isso sim é criatividade, se eu fosse nessa exposição teria vergonha de dizer que sou Brasileiro.

  27. Uma vergonha ter a imagem do País e a arquitetura brasileira representada de forma tão grostesca, primária e infantil em uma exposição internacional;

  28. Quero entrar no mérito da questão, já que é o que resta nessa situação desse pretenso e ridículo concurso. Faz tempo que não vejo um projeto tão bizarro e um discurso tão medíocre. Esse lixo nem sequer pode ser classificado como arquitetura, que dirá representar o Brasil…

  29. caramba…havia me esquecido deste episódio e não voltei a visitar a página.
    como está concorrida…

    não pretendia me manifestar sobre este – infelizmente mais este – papelão de nossos colegas, mas fui lendo tudo isso aí afora e não pude deixar de contestar um dos comentários, no caso o do campolina, quando, a respeito desta mesma asbea, afirma compartilhar “… dos ideais de seus fundadores: que lutam para preencher uma certa lacuna deixada pelos iabs…”
    como se os iabs tivessem vida própria e independente de nós outros, arquitetos.
    como se estes abnegados fundadores estivessem com objetivo maior que delimitar o mais fechado corporativismo, o que, certamente, jamais seria o papel de qualquer iab, que jamais deverá, obviamente, caminhar à frente destes grupos fechados, nem mesmo torcer para nenhum “time de arquitetos da copa”, mesmo quando estes se julgam lutar por algo que eufemisticamente imaginam como uma “libertadores”.

    Vem sendo recorrente esta proliferação de entidades “representativas” de arquitetos sob a égide de que “não se sentem representados”. Mas, quem quer, de fato, engrossar as fileiras dentro dos iabs e lutar para a força da representatividade desta nossa quase centenária instituição? a meia-dúzia-de-três-ou-quatro, não digo de sempre, pois que a maioria destes pioneiros ou já se cansou, ou já partiu desta para melhor, e a turma que vem chegando, bem, a turma que vem chegando… deixa pra outra hora, que isto é outro galho, mas é o reflexo desta mesma apatia, deste mesmo individualismo egóico que grassa por todo lado.

    é por essas e por muitas outras que venho cada vez mais combatendo, mesmo esconjurando, este tal de “cau”, que há muito já esperava ter enterrado sob a mais grossa camada de cal.
    o crea é ruim? vamos consertar o crea e nos fazer representar nele, e não criar um “creinha”.
    o iab não nos representa? e haverá de nos representar um ia-do-b?

    como disse o podechá, fui…

  30. Nossa, dói olhar esse projeto. Esse nível de “qualidade” só prospera com maracutaia. Com práticas escusas e politicagens a arquitetura brasileira nunca vai recuperar o prestígio de outrora

  31. Independentemente do resultado final alcançado pelo projeto, que sempre será discutível, saem perdendo mais uma vez os arquitetos pela falta de transparência, organização e sentido de classe. Depois não vale reclamar que o cliente não valoriza o nosso trabalho…nem nós mesmos o valorizamos!

  32. É simplismente medonho.
    Acho que deveriam incluir essas treliças nas referências. Típicas das rodoviárias brasileiras.
    PICARETAGEM DAS BRAVAS!
    Só o Brasil mesmo!

  33. Bom…se as exposições mundiais servem pra mostrar o que há de melhor na arquitetura contemporânea dos países participantes, o que será que os gringos vão achar da gente??
    Percebe-se que a AsBEA anda “suuuuper antenada” com o que se passa na arquitetura brasileira. Andamos mal das pernas, mas pra chegar ao nível desse “nosso” pavilhão, temos que piorar, e muito!! Há tanto arquitetos excelentes atuando por aqui! Conhecidos e desconhecidos, em panelinhas ou fora delas…
    Desculpe a ignorância, mas por quê foi a AsBEA a entidade (ir)responsável pela escolha do representante brasileiro?

  34. Acabamos de perder mais um episódio que poderia ser significativo positivamente para o Brasil, no entanto vamos lá com esse ‘bolo de coco ralado’

  35. Lamentável e triste o episódio em torno deste concurso.
    Mais uma vez se assiste a compadrios e abusos de poder por parte de entidades que em vez de prestigiarem a profissão apenas a colocam no ridículo…

  36. Lastimável o ocorrido. Tanto a elaboração de um projeto às escondidas e mais ainda o resultado final, que apenas reforça a imagem estereotipada de que o Brasil é só Rio de Janeiro e futebol.

  37. Como citado pelo colega Felipe.
    “Por orientação da Apex, foram convidados para o concurso os 65 primeiros escritórios associados à AsBEA que aderiram ao Convênio de Cooperação. Entre os convidados, dez escritórios manifestaram interesse em participar do processo, sendo que três disputaram a final: Fernando Brandão Arquitetura + Design, Nexo Arquitetura e Construções e TRIA – Sistemas de Arquitetura.

    O júri foi composto pelo arquiteto Fernando Serapião, editor executivo da revista Projeto Design, Ronaldo Rezende – Presidente da AsBEA, Henrique Cambiaghi – Conselheiro Deliberativo AsBEA, Coordenador do Prêmio AsBEA, Fernando Pinheiro, vice-presidente da AsBEA e titular do escritório LimaPinheiro Associados e Guilherme Takeda, Conselheiro Consultivo da AsBEA.”

    Se não fosse suficiente isso O VENCEDOR DESTA COOPERAÇÃO FAZ PARTE DA DIRETORIA DA ASBEA.
    OLHEM O SITE!!!
    http://www.asbea.org.br/escritorios-arquitetura/institucional/diretoria-e-representacoes-presidente-93806-1.asp

  38. O Chile está passando por problema semelhante ao nosso. O pavilhão do país para a Expo Xangai 2010 foi encomendado sem concurso e sem transparência. A decisão de contratação do projeto sem concurso despertou um considerável debate no meio profissional – confira no site plataformaarquitectura o debate sobre o pavilhão chileno.
    Lá, o Colegio de Arquitectos já se manifestou contra a decisão de contratação sem concurso, por meio de carta oficial (veja aqui).
    E os arquitetos brasileiros, ainda aguardamos do IAB uma manifestação oficial sobre o assunto ?

  39. O mais grave é que, nas entrelinhas desta história, há um recado claro. O episódio funda uma política pública para a arquitetura no Brasil. Uma política baseada no favorecimento de apadrinhados, na troca de interesses particulares invadindo o domínio do interesse público.

    Desde quando a associação à AsBEA pode servir como critério de seleção dos participantes? O que é isso?! Resta saber se o processo está carregado de má intenção ou de “simplesmentes” de plena inconsciência sobre a necessidade de legitimização pública de uma escolha dessas; em ambos os casos, os dirigentes das entidades envolvidas não demostram estarem à altura de tamanha responsabilidade.

    É uma proposta, muito clara, da agência promotora da exportação no Brasil (uma agência federal que goza de poderes descontrolados, e portanto, não deixa de ser uma proposta do próprio governo federal) para a arquitetura brasileira. A proposta está na mesa. Aceitaremos? A AsBEA parece ter aceito, e ajuda a carregar a bandeira. E o IAB, cadê?

    Um último pensamento para a APEX: Me parece que quando um país não se apresenta com transparência, seriedade e qualidade, as oportunidades para exportação são abaladas. Ou a lógica do comércio internacional não segue estes critérios?

  40. “Por orientação da Apex, foram convidados para o concurso os 65 primeiros escritórios associados à AsBEA que aderiram ao Convênio de Cooperação. Entre os convidados, dez escritórios manifestaram interesse em participar do processo, sendo que três disputaram a final: Fernando Brandão Arquitetura + Design, Nexo Arquitetura e Construções e TRIA – Sistemas de Arquitetura.

    O júri foi composto pelo arquiteto Fernando Serapião, editor executivo da revista Projeto Design, Ronaldo Rezende – Presidente da AsBEA, Henrique Cambiaghi – Conselheiro Deliberativo AsBEA, Coordenador do Prêmio AsBEA, Fernando Pinheiro, vice-presidente da AsBEA e titular do escritório LimaPinheiro Associados e Guilherme Takeda, Conselheiro Consultivo da AsBEA.”

  41. Estive visitando a Expo Zaragoza no ano passado. Depois de pagar 40 euros para entrar, o que se vê: uma grande festa cultural, com cada país expondo o que tem de melhor.
    Os espaços são caríssimos, e para chamar a atenção dos visitantes tem que usar muita tecnologia e criatividade.

    O do Brasil era grande (caro) e estava tão feio que dava dó (e vergonha). Um horror.

    Juro que vi.

  42. Em primeiro lugar: alguém sabe por que a AsBEA ficou responsável pelo desenvolvimento deste projeto, ou pela organização deste concurso?
    Em segundo lugar: órgãos públicos e entidades de classe não deveriam executar “concursos fechados”, pelo simples motivo de que os projetos confiados a estes órgãos e entidades costumam ter grande relevância pública. O que é o caso do pavilhão que representará toda uma nação. A contratação por notória especialização eu não questiono, pois os profissionais que detém tal título fizeram por merecer e dificilmente produzirão trabalhos de “baixo nível arquitetônico”. Se as circunstâncias para o projeto foram ruins (galpão existente, programa existente, orçamento apertado) é mais um motivo para se executar um “concurso público de arquitetura”. Os resultados seriam mais diversos e as soluções mais criativas.
    Em terceiro lugar: nossa profissão tem um enorme problema de reconhecimento cultural e político, sofre para se estabelecer como peça importante do desenvolvimento urbano-social, e nossas entidades de classe parece não contribuir como deveriam para ganharmos o espaço de direito que temos. O CREA cria uma série de dificuldades e não nos protege devidamente, mas nunca deixa de cobrar suas taxas e emolumentos; O IAB é a entidade que mais se esforça, mas não tem força política o suficiente para poder marcar posição (ao invés disso brigam entre eles); a AsBEA é uma entidade “particular”, uma associação, e pode fazer o que quiser com o que a compete (motivo de que não deveria ter a competência de realizar concursos relevantes como esse). Espero, com muita esperança, que o CAU não siga o mesmo caminho, apesar de que as lideranças que assumirem o novo conselho partiram de alguma dessas entidades.
    Sempre somos cortados com um dos dois gumes da faca da democracia!

  43. Foram os 65 primeiros inscritos na AsBEA q foram convidados para o concurso.. isso quer dizer: “vale mais ser rapido do que ser competente!!”
    eta associação boa eihn!?!?!

  44. Mais uma vez! Arquitetos excluídos do processo! Como podem chamar esse jogo marcado de “CONCURSO”! E já ouvi a ASBEA tentando demonstrar como “estão do lado dos arquitetos” mas, é difícil de engolir essa! Pelo visto, com o que acontece neste caso está provado que para a ASBEA os arquitetos estão do lado mesmo, porém do lado de fora! Lamentável a atuação silenciosa destas entidades. Esse assunto deve ser levado ao Ministério Público, no mínimo.

  45. A qualidade do projeto em questão reflete a falta de debate e discussão que caracteriza o panorama arquitetônico atual no Brasil, e que acaba por resultar na pobre qualidade de grande parte dos projetos públicos (e muitos dos privados)realizados no país. Seguramente os concursos são a principal ferramenta para provocar este debate e elevar o nivel da produção. Parece absurdo que um projeto que vai representar o país não seja aberto a propostas como deveria e amplamente debatido e discutido. E as olimpíadas do Rio? E a copa 2014?? Vai ser sempre assim???

  46. Parece me que o governo brasileiro teve de alugar um pavilhao pré existente para representar o brasil.. isso dificulta qq projeto e partido que venha a ser tomado.. por outro lado o que vocês queriam que representasse o brasil? a igualdade social? a alta tecnologia? porque é tão lindo ver pavilhoes em forma de coelho (macau) e maçã(ucrania ou romenia se nao me engano), com projetos que já estão no papel à mais de um ano? não estou discutindo a qualidade do projeto, mas me parece que o problema em si foi o método de escolha do projeto… e quanto a fachada, vejam essa imagem de um famoso e aclamado designer/arquiteto e me digam se acham tão ridiculo assim… se fosse brasileiro talvez!

    http://www.plataformaarquitectura.cl/wp-content/uploads/2008/07/357798068_quinze9.jpg

  47. Quanto ao assunto em pauta, quero concordar com as palavras do colega Matoso, com a ressalva de que custo acreditar que a ASBEA tenha se envolvido nesse episódio .
    Falo confortavelmente , pois meu escritório atualmente não está filado a ASBEA (e tenho pensado novamente nisso).
    Na verdade, conheço bem a história desta entidade, participei dela ativamente, logo no seu início e compartilho dos ideais de seus fundadores: que lutam para preencher uma certa lacuna deixada pelos IABs, buscando conquistar melhores condições de exercício da arquitetura para aqueles colegas organizados empresarialmente.
    Este mesmo mote é que permite a coexistência de escritórios de grande prestígio, que nos apresentam trabalhos de qualidade reconhecida em termos de técnica e poesia, ao lado de outros tantos que privilegiam o lado comercial.
    Sem a pretensão de critica genérica ou preconceito, prefiro aguardar as informações solicitadas aos órgãos responsáveis por esse lamentável episódio.

  48. Ao meu ver, existem dois problemas neste concurso. Um primeiro não é relativo ao projeto ganhador em si, mas ao que foi solicitado aos concorrentes. Me parece que o comitê de organização já havia estabelecido que o pavilhão seria um galpão ou uma construção simples, e que o concurso serviria apenas para se decidir sobre a fachada, o envelope. Nada contra concursos de fachadas, isso é uma tradição arquitetônica antiga. Podemos debater se ainda é pertinente ou nao, se o país não deveria investir mais e ter uma obra mais representativa, etc. Ou então, uma construçao de menor tamanho, mas com possibilidades de ter uma execução de grande qualidade.
    O segundo problema é sobre o processo de concurso propriamente dito, fechado, pouco democrático, e aparentemente às escondidas. Se o concurso para o pavilhão de Xangai foi fechado a profissionais que já tinham realizado pavilhões em feiras internacionais, devíamos esperar no mínimo que alguns arquitetos de renome fossem convocados a participar do concurso, a exemplo de Oscar Niemeyer (New York, 1939) e Paulo Mendes da Rocha (Osaka,1970), isso sem falar nos ganhadores do concurso para o pavilhão de Sevilha 1992, que não foi construído. No entanto, sabemos que os projetos desses pavilhões foram selecionados por concurso abertos, e foi por isso que resultaram numa arquitetura de qualidade indiscutível, reconhecida pela historiografia.

  49. Lastimável a ralização desse concurso fechado (bem fechado mesmo) e a qualidade do projeto apresentado.
    É a representação mais pobre, estereotipada e infeliz que podemos vislumbrar. O discurso do arquiteto é patético e só enfatiza o caráter leviano desse prédio.
    A arquitetura é do tipo mais ordinário. Tão descartável e efêmero quanto uma cenografia barata de evento.
    Perdemos todos a chance de apresentar uma proposta interessante porque não pudemos competir.
    Aliás, quais foram os critérios para a escolha desses escritórios como aptos a entrarem na competição?

  50. É de doer o coração ao ver essa coisa.

    E lembrar do projeto de Oscar e Lúcio para o Pavilhão do Brasil em Nova York, 1938. Que plantinha solta, bem resolvida, sábia, uma síntese do que se tinha de melhor em arquitetura naquela época. Uma certeza absoluta o que se queria fazer, expressar.

    Os caras eram geniais. Eram caprichosos. Se fosse uma imagem renderizada por computador iam achar que é de algum escritório bom da atualidade, como muitos que temos no Brasil e afora.

  51. Basta mandarmos e-mails?
    Será que essa jogada não pede esforços mais enérgicos?
    Por que a arquitetura não ganha o debate público? Por que a arquitetura parece tão desinteressante e desimportante a ponto do nome do arquiteto Lelé não ter sido sequer citado nas manchetes de abertura do Hospital Sarah Rio?
    Por que o IAB não se manifesta em relação à participação da AsBEA neste episódio?
    Por que de repente a APEX tem o poder decisório nesta instância de representação nacional? Arquitetura não é produto de exportação, é uma expressão cultural de um povo. Precisamos de entidades que valorizem a profissão à altura que merece, e não a desvalorizem.

  52. Não cabe entrar no mérito do projeto.
    A maior ilusão de qualquer profissão é a crença de que os seus valores internos – em nosso caso a “qualidade do projeto” – se sobrepõem aos valores comuns ao restante da sociedade. Afinal, fosse o projeto “bom” – bom para uns, ruim para outros -, o procedimento do concurso obscuro, realizado a portas fechadas, estaria errado da mesma maneira.
    Mais equivocada ainda teria sido a dispensa de licitação – concurso – por notória especialização. E certamente, nesse caso, o projeto seria “bom”.
    Colegas, devemos nos mobilizar e enviar e-mails aos nossos institutos e aos meios de comunicação sobre o modo triste como foi conduzido este certame para o Pavilhão que representará nosso país na Exposição Internacional de Xangai de 2010.
    Ao longo do século XX, os Pavilhões de Exposições internacionais se afirmaram como marcos da arquitetura internacional e brasileira. Foram concursos públicos de arquitetura – amplamente divulgados – que deram origem ao Pavilhão de Nova Iorque (1939), de Lucio Costa; ao Pavilhão de Bruxelas (1958), de Sérgio Bernardes; ao Pavilhão de Osaka (1970), de Paulo Mendes da Rocha; ao Pavilhão de Sevilha (1992), de Puntoni, Bucci e Vilela (não construído).
    Quando o poder público abre mão do concurso, abre mão do debate público, da transparência no processo, mas principalmente o projeto e o empreendimento perdem a característica primordial de um pavilhão nacional numa exposição: a legitimidade.
    Agrava a situação o envolvimento de uma entidade de classe – a AsBEA – com o falso concurso, ao qual não foi dada a devida publicidade – se é que ela houve. Mas o despreparo da AsBEA para representar a classe já se havia manifestado anteriormente, quando se declarou “contra a lei de licitações e contratos” (!?), quando do início do episódio burlesco da contratação por “notória especialização” de um famoso escritório de arquitetura para a realização do projeto para a sede da São Paulo Companhia de Dança.
    Deveriam ter sido realizados Concursos Públicos Nacionais de Arquitetura para a elaboração de projetos arquitetônicos de todos os pavilhões de exposições representativos do país em exposições internacionais. Deveria ter sido realizado Concurso Público Nacional de Arquitetura para a elaboração de projetos arquitetônico do pavilhão brasileiro na Expo Xangai 2010.

  53. Começaria com um “sem comentários”, ou melhor, que desanimador, mas não posso deixar de destacar que, por curiosidade, entrei no site do referido arquiteto e descobri que dentre vários projetos de stands (!) de feiras (!) figura um da ASBEA. Tirem suas conclusões.

  54. Que projeto pobre… que discurso pobre… que imagens pobres… que asbea pobre… que apex pobre… que arquitetura brasileira mais pobre… como é difícil ser pobre…

  55. Como se não bastasse as caixas de sapatos vencedoras dos concursos nacionais aparece-me esse bolo de aniversário confeitado com coco ralado, sem conceito e sem tempero representando o país.Arquitetura faz-se com um traço só.

  56. Independentemente do resultado, o que se apresenta é mais uma total desconsideração aos esforços para que este processo de licitação, concurso e aberto de preferência, se efetive como nossa mais eficiente arma de participação.
    Não só este tipo, mas o famoso projeto doado, o que anda acontecendo muito em Minas, com arquiteto dito nacional e arquiteto dito local presenteando prefeituras e governos outros com belos anteprojetos e garantido, provavelmente, seu desenvolvimento, fica parecendo com os crimes do colarinho branco: tudo bem que o arquiteto faça a encrenca que quizer já que a ética há muito foi para o buraco, mas governos aceitarem sem o mínimo critério (ao menos técnico), isto não é direito já que suas resoluções devem passar pela aprovação dos eleitores e não pelo bom gosto da patroa.
    Ô briga eterna!!!
    Fui.

  57. Que lastima receber uma notícia como essa. Espero que esse concurso não seja reconhecido pelas as instituições que representam nosso país nos temas internacionais.

    Además, levo mais de um ano vendo diversos países lançando seus concursos para dito pavilhão e todos são concurso abertos.

    Assim que devemos “juntos” lutar por nossos direitos como arquitetos brasileiros, com capacidade de repreentar nosso país e nossa cultura com um projeto e não com uma típica reforma de um galpão industrial.

    Necessitamos sorte e mais democracia !!!

  58. Este é o Brasil que o “gringo” quer ver: futebol, Maracanã lotado, Cristo Redentor. Faltaram imagens das praias, das mulheres, da garota de Ipanema etc. e tal.

    Projeto sem personalidade.

  59. Também fiquei estarrecida quado vi este projeto. Por favor, continue com esta investigação, com todo nosso apoio. Também nunca ouvi falar à respeito deste concurso e olha que recebo o informativo da Asbea há 1 ano…

  60. É triste ver o Brasil ser representado por um projeto/discurso tão pobre. Se a idéia era mesmo representar essa pobreza, poderiam ao menos eliminar essa decoraçãozinha de 25 de março pra gringo ver e manter o paupérrimo galpão que constitui de fato o “pavilhão”.

    Aguardo mais informações sobre esse obscuro e lastimável concurso bem fechado.

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