Resultado – Sede do IAB/TO – Palmas

Veja abaixo os premiados e menções honrosas  do Concurso para Sede do IAB/TO, que teve como objetivo selecionar a proposta mais adequada para ser desenvolvida como projeto arquitetônico do “Edifício Sede do Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento Tocantins”, em Palmas.

Veja as Atas da comissão organizadora e da comissão julgadora (link para a página do IAB-TO).

A seguir os projetos premiados e menções honrosas:

Os projetos completos serão publicados à medida em que forem disponibilizados pelos respectivos autores.

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1º Lugar – Trabalho nº 20

Autores: Paulo Henrique Paranhos e Éder Alencar – Brasília/DF

Colaboradores: Margarida Massimo, Renan Rocha e Paulo Lourenço

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2º Lugar – Trabalho nº 44

Autor: Cesar Shundi Iwamizu – São Paulo/SP

Co-autores: Eduardo Gurian e Bruno Salvador

Colaboradores: Rafael Goffinet, Andrei Barbosa da Silva, Guilherme Bravin e Alexandre Gervásio

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3º Lugar – Trabalho nº 21

Autor: Nonato Veloso – Brasília/DF

Equipe: Nonato Veloso + MOOCA Arquitetos Associados (Bruno Campos / Bruno Damasceno / Fernanda de Angelis /Renata Brazil)

 

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Menção Honrosa – Trabalho nº 03

Autor:  Verner Max Liger de Melo Monteiro – Natal /RN

Equipe: André Felipe Moura Alves e Glênio Leilson Ferreira Lima

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Menção Honrosa – Trabalho nº 08

Autor: Cauê Bueno – Campo Grande/MS

Equipe: Gabriel Gonçalves, Rodrigo Market, Hellen Bacarji, Mellina Bloss e  Bruno  Papa

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Menção Honrosa – Trabalho nº 42

Projeto: Urban Recycle Architecture Studio (UR STUDIO)

Equipe: Diego Viana Gomes, Juliana Meira Araujo Aguiar, Saul Kaminsky Bernfeld Oliveira, Susan C. George


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Agradecemos aos autores pela disponibilização do material para publicação.

15 respostas em “Resultado – Sede do IAB/TO – Palmas

  1. Ninguém, nem Comissão Organizadora, nem Jurados e nem os autores explicam como é possível, construir um edifício em quatro etapas, com estrutura formal que propõem uma torre. Ao final de cada etapa é necessário que estejam concluídos os reservatórios de abastecimento, casa de máquinas, reserva técnica de incêndio…Como é possível? E como utilizar um edifício com obras simultaneamente? Outros projetos de estrutura formal pavilhonar seriam, dentro da teoria da arquitetura, tipologias mais adequadas.

  2. Obrigado, pelos esclarecimentos. As questões políticas, assim vamos dizer, foram esclarecidas.

    Mas ainda me pergunto se o projeto escolhido não fere muitas das solicitações do edital. O projeto vencedor tem sim seus méritos, mas ainda me questiono qual o critério de avaliação utilizado, já que o edital mesmo não serviu de muita coisa.
    Sou novo, ainda estudo Arquitetura, e me faço essas perguntas como quem se interessa em saber como funciona os concursos e outras atividades que envolvem a minha futura carreira.
    Sei que aqui, (um site) e agora (com resultado já divulgado) não é lugar nem momento para se discutir tais aspectos, mas ficaria feliz em entender melhor.

    Mais uma vez agradeço pelos esclarecimentos,

    Guilherme Bravin.

  3. Ao colega Guilherme Bravin e a quem mais interessar, esclareço:
    1. Não fui eleito na chapa do IAB/DF (período 2009/2011) encabeçada pelo colega Paulo Henrique Paranhos, nem participo de sua diretoria – a qual tem realizado um bom trabalho em favor da Arquitetura no DF;
    2. Sou membro Vitalício do Conselho Superior do IAB desde 2002, quando encerrei o primeiro mandato completo como Presidente Nacional do IAB;
    3. Assim como eu já era Conselheiro do IAB quando o colega Paulo Henrique foi eleito, permanecerei sendo quando ele deixar a função;
    4. O Conselho Superior do IAB é a instância nacional de discussão do IAB, congrega cerca de 125 colegas de todo o País e não participa diretamente das decisões dos departamentos estaduais do IAB – inclusive do IAB/DF e do IAB/TO;
    5. Do mesmo modo como conheço o Paulo Henrique, também conheço outros colegas que participaram do Concurso – fatos dos quais só tomei conhecimento após a divulgação do resultado, com a abertura dos envelopes e quebra do sigilo sobre os autores dos projetos licitantes.
    Diante do tipo de suspeição apresentada em comentários como o que gerou esta postagem, permito-me acrescentar que atuo como arquiteto há mais de 30 anos (inclusive no IAB), já participei de diversos concursos – seja como concorrente, como coordenador ou como membro de comissões julgadoras – e minha conduta sempre se pautou pela Ética, pela boa técnica e pelo respeito aos colegas concorrentes, aos organizadores e aos promotores.
    Caso algum colega tenha tempo ou curiosidade em saber mais informações sobre nosso pensamento e nossas ações em favor dos concursos, solicito a leitura da conversa que mantive com este mesmo site, na área de “Entrevistas”.
    Espero que, com esta prestação de contas, o assunto esteja esclarecido e que eu não seja mais forçado a defender minha própria honra contra colegas que fazem acusações tão graves sem ao menos buscar informações mínimas sobre as normas e os procedimentos de avaliação de concursos, sobre o funcionamento de suas entidades ou sobre as vítimas de suas desconfianças.
    Cordialmente,
    Haroldo Pinheiro.

  4. Caro Rogério,
    das 47 propostas apresentadas, cerca de 30 podem ser vistas [see all ] em: http://www.issuu.com/iabto . Um concurso não muito simples, incluindo a necessidade da construção em quatro fases: 1) escritórios do IAB e apoio para funcionários 2) auditório e salas multiuso 3) restaurante e biblioteca e 4) uma torre de escritórios. Algumas exigências foram impostas, como acessos independentes para funcionários, com controle de acesso; acesso independente para auditório e salas multiuso, sendo que estas deveriam permitir a divisão em pelo menos três salas de 40 m2 cada; acesso independente para restaurante; descanso para funcionários voltado para jardim, com bancos; três diretorias do IAB obrigatoriamente no pavimento térreo; ocupação máxima de 50% a partir do primeiro pavimento, com afastamento obrigatório de no mínimo 2,50 metros na lateral direita e 3,00 metros no fundo ( lado leste ); 60 vagas de garagem/estacionamento, em um lote de 22 x 50 metros; 3850 m2 de área máxima permitida pelo código municipal; compensação ambiental, entre outras coisas.
    Gostei particularmente do primeiro e do segundo colocados, embora diametralmente opostos na abordagem; das menções e de várias outras propostas até o momento publicadas. Ou seja, entre o cerrado e a amazônia, o que fica é uma grande diversidade, e a riqueza dos concursos reside na liberdade propositiva, na minha opinião.

  5. Pena que somente o projeto vencedor teve plantas, cortes e diversas imagens publicadas. Teremos a oportunidade de conhecer melhor os demais?

  6. Entraram com recurso. Ainda bem.

    Mensagem publicada pela Comissão Organizadora do Concurso, na página do IAB-TO:

    “Informamos que alguns participantes do Concurso de Ideias ao Edifício Sede do IAB/TO manifestaram recurso à decisão final da comissão julgadora.
    Destarte, aguardaremos findar o prazo legal de 5 (cinco) dias úteis, conforme edital, ou seja o próximo dia 06 de julho, para encaminhar os mesmos ao Presidente da Comissão Julgadora e seu pronunciamento, sem o qual não faremos mais nenhuma divulgação que vincule participantes com os seus respectivos trabalhos enviados, e demais encaminhamentos posteriores relacionados ao referido concurso.
    Sem mais para o momento, agradecemos a compreensão de todos quanto à esta decisão, que julgamos conveniente para precaver a adequada finalização do processo.”

  7. O projeto vencedor também não contempla – e isso consta no edital – acessos distintos para as áreas administrativas e a torre de escritorios, e ainda, a possibilidade de um terceiro acesso ao auditório e salas multiuso.

  8. Lamento informar, mas, o projeto vencedor foi concebido com base na insolação de uma cidade do Paraná, também de nome Palmas, esta sim, com a latitude de 26°S – ver a prancha 05 do projeto vencedor. Já a cidade de Palmas em Tocantins, sede do IAB-TO, tem apenas 10° (estou desconsiderando os minutos a mais de uma e outra latitude). Uma diferença de 16° de latitude muda substancialmente o clima e a insolação. Infelizmente, nem o júri percebeu este sério equívoco. É imprescindível criar-se comitês técnicos que assessorem os júris dos concursos de arquitetura, a exemplo do que já faz a UIA -União Internacional de Arquitetos. Caso os promotores não possam arcar com a despesa do comitê proposto, que integrem o corpo de jurados também profissionais das áreas técnicas mais afetas ao projeto objeto do concurso.

  9. Primeiramente gostaria de parabenizar a todos os que participaram do concurso, mesmo aqueles que nao tiveram seus trabalhos selecionados.

    Mas tenho algumas questões que eu gostaria de colocar aqui e que alguém por favor me esclarecesse.

    - Sei que segundo o edital a participação do vencedor, como presidente do IAB-DF não é impedida. São impedidos apenas aqueles que desenvolvem atividades ligados ao IAB-TO.
    Mas o mais estranho é ver a ligação entre o vencedor do concurso com o um dos jurados do concurso, como pode ser verificado nos sites do IAB-DF e na ata do júri do concurso. Seguem links para consulta.

    - Outra questão é sobre o próprio edital do concurso. O projeto premiado estranhamente não segue as principais questões propostas para o concurso, como:

    – 30% de área permeável;
    – 50%
    – 4 etapas de construção (como executar as etapas 2,3 e 4 com o prédio já ocupado? Sabemos que isso é um problema.)

    Sabemos que essas questões eram os grandes desafios desse projeto. Como equacionar isso e ainda, obviamente, propor algo interessante do ponto de vista urbano, ambiental, construtivo e etc era o esperado como resultado.

    O que do meu ponto de vista não aconteceu. Não menosprezando o projeto vencedor, que é muito bonito, mas este não responde à essas questões!

    Agradeço desde já o espaço e será muito legal se alguém pudesse responder a estas questões!

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