Premiados – Reforma do Edifício Sede da SedHab – DF

Veja a seguir os projetos premiados e menções do Concurso Público Nacional para a Reforma do Edifício Sede da SedHab, do Distrito Federal. Continuar lendo

Premiados – Parque Urbano e Vivencial do Gama – DF

1º Lugar - 458857

Autores: Leandro Rodolfo Schenk, Luciana Bongiovanni Martins Schenk, Mailton Carlos Sevilha, Lisandra dos Santos Casagrande, Michel Platini Barbosa Continuar lendo

Premiados – Parque do Paranoá – DF

1º Lugar - 263138

Autor: Joao Paulo de Castro Scotti

Consultores: Fermin Vasquez, Pedro Baltar, Francesc de Fuentes, Sonia Cruz

Colaboradores: Gunter Kohlsdorf, Ana Carolina Favilla Coimbra, Giuliana de Brito Sousa Continuar lendo

Premiados – Centro de Exposição Agropecuária de Planaltina – DF

1º Lugar - 187914

Autor: Arquiteto Luciano Rocha de Andrades

Colaboradores: Matias Carballal, Mauricio López, Andrés Gobba, Alexis Arbelo, Pamela Davyt, Aldo Lanzi, Guillermo Acosta, Fernando Suarez, Emiliano Etchegaray, Agustín Piña, Diego Morera, Mauricio Wood, Luciano Rocha de Andrades, Silvio Lagranha Machado, Rochelle Rizzotto Castro, Camilla Pereira, Jaqueline Lessa Continuar lendo

Premiados – Brasília: Território e Paisagem

Veja a seguir os premiados dos concursos reunidos sob o título “Brasília: Território e Paisagem” promovidos pelo Governo do Distrito Federal e organizados pelo IAB-DF, que selecionaram as melhores propostas para o Centro de Exposição em Planaltina e para os parques do Paranoá e do Gama, no Distrito Federal. Continuar lendo

Concursos de Arquitetura e Paisagismo – Brasília: Território e Paisagem

Atualizado em 16.06.2012

________________________________________________________________________

“O Instituto de Arquitetos do Brasil, departamento Distrito Federal, por iniciativa da Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano do Governo do Distrito Federal, tem o prazer de anunciar cinco concursos nacionais de arquitetura e paisagismo para o Distrito Federal.

O IAB-DF, em cumprimento a sua agenda político-cultural, enxerga nessa ação da Sedhab um horizonte promissor de extensão do debate sobre Brasília em sua indelével e necessária articulação entre território e paisagem.

São cinco concursos importantes para os espaços urbanos das cidades do Distrito Federal, bem como para a salvaguarda ambiental por meio do uso social do espaço. Além de tornar o próprio edifício da secretaria um exemplo de eficiência funcional, estética e energética no âmbito das edificações institucionais do governo”.

Clique a seguir nos links para informações sobre cada um dos concursos:
________________________________________________________________________
Inscrições: 06 de junho de 2012 a 20 de julho de 2012
Envio dos projetos: das 00h01min de 23 de julho de 2012 até às 23h59min de 27 de julho de 2012
________________________________________________________________________

Inscrições: 06 de junho de 2012 a 23 de julho de 2012
Envio dos projetos: das 00h01min de 30 de julho de 2012 até às 23h59min de 03 de agosto de 2012
________________________________________________________________________
Inscrições: 06 de junho de 2012 a 23 de julho de 2012
Envio dos projetos | das 00h01min de 08 de agosto de 2012 até às 23h59min de 10 de agosto de 2012
________________________________________________________________________
Inscrições: 06 de junho de 2012 a 20 de julho de 2012
Envio dos projetos: das 00h01min de 23 de julho de 2012 até às 23h59min de 27 de julho de 2012
________________________________________________________________________-
Inscrições | 12 de junho de 2012 a 30 de julho de 2012
Envio dos projetos | das 00h01min de 08 de agosto de 2012 até às 23h59min de 10 de agosto de 2012
________________________________________________________________________

Porto Olímpico – Rio de Janeiro – 4º Lugar

4º Lugar

AutorJorge Mario Jauregui
Coautores: Jorge Silvetti e Rodolfo Machado
Colaboradores: Leandro Balbio, Fernando Newlands, David Serrão, Gabriel Leandro Jauregui, Maria Negrão, Carlos Clare, Jefrey Burchard e Noel Murphy
Consultores: Ricardo Inchausti, Eduardo de Carolis, Antonio Monteiro, Fabio Amaral, Sebastián Miguel, Wolfgang Aichinger e Paulo Magalhães

O projeto responde à rica história cívica da zona portuária, estabelecendo conectividades através do realinhamento das vias e da reconfiguração do espaço público, visando um legado de alta qualidade urbanística, paisagística, arquitetônica e ambiental. O Canal do Mangue é, ao mesmo tempo, ponto central de interesse cívico do lugar, bem como um obstáculo para o funcionamento coeso da zona portuária.

A proposta tem como referência o Master Plan do Porto Maravilha, criando uma nova avenida/eixo cuja geometria é realçada através dos edifícios propostos. As diretrizes de zoneamento baseadas no conceito de eco-eficiência localizam os edifícios altos distantes do canal no terreno oeste, a fim de conseguir uma boa área de céu aberto. Esta estratégia permite a configuração em altura do hotel 5 estrelas, bem como o complexo do centro de convenções e exposições, atuando como landmark e peça central da área. Sobre o canal é erguida uma esbelta passarela de forma a facilitar a passagem de pedestres. Ela emerge a partir de um espaço de acesso público do hotel/complexo de convenções, conectando-o à avenida do Porto Olímpico proposta no terreno leste, conseguindo assim uma ligação coerente formal e funcional em ambos os lados do canal. Comércio, jardins e espaços verdes margeiam esta avenida juntamente com os hotéis e edifícios de habitação.

Tipos de residências: corpos horizontais com unidades de três e quatro quartos ao longo das ruas, com acesso direto para os pátios e parques e unidades de um e dois quartos distribuídas uniformemente em elegantes torres. Todos estes apartamentos são configurados de forma a conseguir acesso universal independente para todos os quartos durante a Olimpíada, permitindo posteriormente uma fácil reconversão em unidades familiares. Além disso, o padrão de composição dos edifícios residenciais é baseado num sistema paramétrico modular, incorporando facilidades horizontais e verticais que permitem adaptações no tipo de apartamentos a construir segundo as exigências de mercado.

O piso térreo de ambos os terrenos (leste/oeste) incorpora uma forte presença de vegetação nativa, bem como as coberturas e terraços-jardim de uso comum, estendendo-se aos terraços privados. A vegetação exuberante criará sombreamento ao longo das ruas assegurando uma agradável experiência de vida urbana na cidade com diversos tipos de usos e comércios, completada pelo sombreamento oferecido pelos detalhes da arquitetura (brises e cobogós) garantindo o conforto térmico no interior dos edifícios. Diferentes níveis de porosidades no piso térreo criam mecanismos naturais de controle de privacidade nos pilotis e espaços de uso coletivo, em relação com as áreas de comércio e espaços verdes ao longo das calçadas, sem que seja necessário nenhum tipo de barreira. Um sistema de ciclovias conectará o novo setor com os bairros do entorno e com o porto.

_______________________________________________________________________

Fonte: PINIweb