por Izabel Amaral (*)
Pavilhão do Canadá, Expo 1970 Osaka – Projeto de Arthur Erickson e Geoffrey Massey, desenho da primeira fase do concurso, projeto vencedor. Continue lendo
por Izabel Amaral (*)
Pavilhão do Canadá, Expo 1970 Osaka – Projeto de Arthur Erickson e Geoffrey Massey, desenho da primeira fase do concurso, projeto vencedor. Continue lendo
A AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) e a APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e investimentos), segundo informações publicadas na PINIweb nesta data, realizaram concurso para o Pavilhão Brasileiro na Expo Xangai 2010. O projeto vencedor é de autoria do arquiteto Fernando Brandão, que concorreu com Klaus Dal Pai Bohne, Tria Sistemas de Arquitetura, Gustavo T. Bertozzi e Nexo Arquitetura e Construções. Continue lendo
Transcrevemos abaixo o comentário enviado pelo arquiteto Antônio Carlos Coltro, sobre as irregularidades no Concurso Internacional do Museu Exploratório de Ciências da UNICAMP: Continue lendo
por Leandro Rodolfo Schenk (1) e Luciana Bongiovanni Martins Schenk (2)
Muito tem sido comentado quanto à participação de profissionais do exterior na elaboração de projetos públicos nacionais, se tais desempenhos – ao invés de serem contratados diretamente pelo poder público – não poderiam vir a se tornar motivo para a organização de concursos públicos internacionais de arquitetura, ampliando assim o leque de possibilidades de interação cultural. Continue lendo
por Joel Campolina (*)
Resumo
Nosso objetivo foi avaliar a eficácia dos Concursos Públicos de Arquitetura organizados pelos Institutos de Arquitetos do Brasil – IAB. Nosso foco principal foram todos os 29 Concursos realizados pelo IAB-MG, de 1951 a 2007. Verificamos que, neste caso, 80% dos Arquitetos premiados foram, no mínimo, contratados. Porém, apenas 51% dos concursos geraram obras e 20% foram descontinuados. Registramos e comentamos contribuições, de diversas fontes, para o aperfeiçoamento desse tipo de concurso. Continue lendo
por Fernando Lara (*)

Vista aérea de Seoul, na Coréia, com destaque para a pequena ilha situada no rio Han, onde será construído o Performing Arts Center. Fonte: google earth.
Agradecendo ao convite do Fabiano Sobreira relato aqui minha experiência como jurado do concurso internacional para o Performing Arts Center em Seoul, Coréia do Sul, ocorrido na última semana de fevereiro naquela cidade. Continue lendo
por Fabiano Sobreira (*)
Quanto maiores o valor simbólico e o interesse coletivo sobre um empreendimento, maior a possibilidade de conflitos de interesse em torno de seu processo de idealização e como consequência o rito processual do projeto se torna mais complexo.

por Fabiano Sobreira (*)
Crise econômica, social, ambiental… Tempos de crise são também oportunidades para revisão de paradigmas, revisão das receitas prontas e experimentação.
Foi o que ocorreu na segunda década do século XX (vide ao lado a capa de um jornal londrino da época, sobre a crise de 1929) quando as pressões sociais, econômicas e industriais, diante de uma crise emergente, demandaram um novo modelo de consumo, uma nova forma de habitar e uma nova lógica de produção do espaço, dedicada prioritariamente ao atendimento das urgências sociais: habitação, renovação urbana, salubridade, racionalidade. Os arquitetos e urbanistas se aproveitaram daquele momento e transformaram a crise anunciada em uma revolução de idéias; converteram as demandas econômicas, sociais e industriais em novos princípios projetuais; foram além das urgências de ocasião e construíram utopias; converteram imposições externas em fundamentos teóricos; souberam – estrategicamente – sair da posição de reféns de um mundo em crise e assumiram o papel de protagonistas de um novo modelo social de produção do espaço. E assim nasceu o Racionalismo, o movimento Moderno… e o resto da história conhecemos bem. Mesmo os mais ferrenhos críticos reconhecem a importância dessa ruptura paradigmática para a construção dos modelos que ainda hoje orientam a construção das cidades contemporâneas. Continue lendo
por Fabiano Sobreira [1]

A notoriedade é cega. Não a mesma cegueira que se espera da justiça, relativa à imparcialidade. Trata-se de uma cegueira que induz a posturas acríticas e que se baseia em um dos mais prejudiciais vícios cultivados pela Arquitetura: o culto à genialidade. Continue lendo
“A ambição ou o desejo de ser o primeiro, essa força que move os artistas, se degenera facilmente em inveja. Essa paixão que se alimenta sobretudo das preferências particulares perderá seu lado maligno se pudermos abrir o combate em uma arena pública, para que as diferenças entre os artistas e suas obras não seja o resultado de alguma espécie de favor ou de predileção; é isso que justifica a necessidade dos concursos públicos”.