SESC – Distrito Federal – Concorrência – Projeto de Arquitetura

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SESC – Distrito Federal – Concorrência – Projeto de Arquitetura

Edital 005/2009

Objeto (conforme item 1.1 do Edital):

“A presente licitação destina-se à contratação de empresa especializada em projetos de arquitetura para a concepção e desenvolvimento de solução arquitetônica para o Complexo Cultural, Esportivo e de Lazer do SESC/DF e respectivos projetos complementares, a serem executados em terreno de sua propriedade, com área de 26.849,96 m², localizado no Setor de Clubes Esportivos Sul – SCE/Sul, Trecho 02, Lote 24, conforme este Instrumento Convocatório e seus Anexos e, em especial, o Programa Básico de Necessidades (Anexo II).

Local: Brasília – DF

Tipo de Licitação: Concorrência do Tipo Técnica e Preço

Promoção e Organização: SESC-DF

Quem pode participar: empresa especializada em projetos de arquitetura e habilitada nos termos do edital.

Cronograma:

Reunião para o recebimento dos documentos de habilitação e das propostas técnicas e comerciais: às 10 horas do dia 10/12/2009.

Fases da Licitação:

1a. Fase – Recebimento dos envelopes e qualificação técnica

2a Fase – Abertura dos envelopes e julgamento da “proposta arquitetônica”

3a. Fase – Abertura dos envelopes da proposta comercial.

Julgamento – Proposta Arquitetônica

A proposta arquitetônica será julgada a partir dos seguintes critérios: (I) implantação; (II) Programa de Necessidades; (III) Organização do Conjunto e Funcionalidade; (IV) Código de Obras do DF e Normas Gerais; (V) Acessibilidade; (VI) Técnica Construtiva; (VII) Conforto Ambiental; (VIII) Eco-eficiência; (IX) Durabilidade de materiais e praticidade na manutenção; (X) Solução estética (os critérios são detalhados no item 5.2.2.1 do Edital).

Julgamento Final (de acordo com o item 5.4.1):

“A classificação final (CF) das proponentes habilitadas e classificadas nas etapas anteriores será efetuada de acordo com a média ponderada das valorações obtidas pelas respectivas propostas técnica e comercial, aplicando-se os pesos 6 (seis) para a proposta técnica e 4 (quatro) para a proposta comercial.”

Para mais informações acesse aqui a seção de licitações da página do SESC-DF.

Veja aqui o Edital.

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Os interessados devem consultar diretamente o SESC-DF para eventuais atualizações e alterações relativas à licitação anunciada.

15 respostas em “SESC – Distrito Federal – Concorrência – Projeto de Arquitetura

  1. No dia 27 de outubro, recebi um inacreditável fax do SESC-Brasília informando que os parâmetros urbanísticos que havia fornecido para o lote de sua propriedade objeto deste concurso estavam errados, encaminhando novas normas completamente diferentes das anteriormente divulgadas. A má fé aqui é mais do que evidente – como pode uma entidade como o SESC adquirir ou tomar posse de um imóvel ignorando seus parâmetros urbanísticos? Nem um perfeito idiota acreditaria em tal disparate.
    Lamento que, mais uma vez, em concursos de arquitetura, as regras ou parâmetros de referência dos mesmos sejam alterados durante o processo seletivo, prejudicando irremediavelmente o esforço e a dedicação dos escritórios envolvidos, que despenderam em vão seu tempo para adiantar a proposta para o tema objeto do concurso. Ou traduzindo em bom português – mais uma vez fizemos o papel de palhaços, induzidos por um orgão que deveria pautar sua conduta pelo profissionalismo e pela ética. Lamentável isto.

  2. realmente precisamos aprovar logo a criação do CAU para aglutinar mais arquitetos e reunir força política para parar de falar, reclamar e finalmente fazer as coisas mudarem de verdade, rumo à um país desenvolvido social, econômica, política e culturalmente, além claro, de justo e democrático. Sem cópias européias ou americanas, criando nosso próprio modelo. Em matéria de concursos criando mecanismos democráticas e principalmente que abram espaço para arquitetura de qualidade e sensível.

  3. Estou de acordo com a opnião dos professores Dr. Frederico Flósculo e meu professor Dr. Álvaro Puntoni.

    Mas enfim a instituição Sesc tem liberdade de escolher seus critérios e para muitos de nó só nos resta criticar e lamentar a adoção de parâmetros tão rígidos.

    IAB poderia bem poderia se manifestar…

    *Mas dada as circúnstâncias espero que o máximo possível de arquitetos empenhados consiga “alugar” as art´s necessárias. E que essas exigências sejam “para inglês ver”.

  4. Esse é um concurso ao qual um Lúcio Costa (sem escritório, o velho maquisard), um Villanova Artigas, um Afonso Reidy ou um jovem Lelé, JAMAIS participariam. Qualquer espertalhão junta ARTs, aluga uma meia-dúzia, e supera esse “exigência” do edital do SESC. Vamos andar para frente, e não para trás, arquitetos! Chega de restrições aos jovens arquitetos (e aos não-tão jovens, como eu, e que até têm umas ARTs com boa quilometragem, mas que acham esse tipo de exigência uma demonstração de desinteligência). O que vamos dizer aos jovens estudantes de arquitetura? Que aprendam a alugar ARTs para satisfazer a exigências tolas? Vê se aprende, SESC-DF.

  5. Só lembrando, o arquiteto uruguaio Carlos Ott ganhou o concurso para a Ópera da Bastilha em Paris e se atrapalhou todo para desenvolver o projeto, que segundo o que foi noticiado na imprensa francesa tem problemas sérios de funcionalidade e manutenção. Ott, naturalmente, não teve que apresentar atestado de capacidade técnica e não tinha experiência com projeto de casas de ópera na época.
    Então, para nós jovens arquitetos pode ser frustrante a exigência do tal atestado, mas ela não é de todo irracional. É preciso, claro, saber pesar o grau de exigência. Não vi o edital, mas do modo como foi formulado na apresentação os critérios são vagos e sujeitos a arbitrariedades.

  6. Um exemplo gigantesco de burocratismo institucional. Afinal, trata-se de uma licitação tipo menor preço/melhor resultado(?) com apresentação de anteprojeto arquitetônico, sem o quesito do anonimato, e múltiplas exigências de pré-qualificação (sic) empresarial e técnica. A escolha fica a cargo de uma comissão composta por 10 membros não especificados que darão notas para um enorme conjunto de itens , etc. e tal.
    Melhor lembrar dos simples e bons exemplos de concursos públicos de
    arquitetura para instalações similares (como o do Sesc Nova Iguaçu, dos colegas Padovano e Vigliecca) ou, sem subterfúgios: cartas- convite a colegas já cadastrados na instituição.

  7. Realmente não entendo o motivo desse certificado de capacidade técnica. O diploma de Arquiteto não é suficiente? Vinculação ao CREA não certifica uma capacidade técnica para o referido trabalho? Se não serve pra que Diploma? Para que CREA? Lina Bo Bardi tinha algo que certificasse sua capacidade técnica para projetar e executar o SESC Pompéia?
    Sou recém formado, com apenas algumas residências ainda em fase de projeto, se essa moda pega… adeus concursos de Arquitetura….

  8. Ou seja só pode participar quem já fez um SESC ou similar. E olha lá. Uma quantidade muito pequena de empresas tem atestados suficientes para participar dessa licitação.

  9. 3.1.1 – Atestado(s) de capacidade técnica emitido(s) por entidades públicas ou privadas, para as quais a licitante tenha realizado, diretamente, serviços de elaboração de pelo menos 1 (um) projeto arquitetônico, com área construída não inferior a 15.000 m2, contemplando a concepção de espaço cultural, esportivo e de lazer, com as
    respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica – ART’s no CREA.

    Ou seja…

  10. Pedro, não sei exatamente a quais critérios do edital você se refere, posso dizer que nós fomos finalistas do Sesc Guarulhos e que o concurso foi bem organizado, mas nesse caso estamos falando de DF e não SP. No caso do Sesc DF os maiores problemas que vejo é a limitação de participação a equipes que tenham feito um edifício similar (cultural, esportivo e de lazer) com superfície mínima de 15.000m2, o preço (que está bem abaixo do praticado pelo Sesc SP no de Guarulhos), a alta pontuação para preço (40%, em guarulhos era preço fixo) e a necessidade de retirar o edital em Brasília. Algo mais???

    Abraço!

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