Campanha pelo mérito e contra o notório saber em Arquitetura e Urbanismo

Campanha - Concursos Sim

Concurso público de arquitetura e
planejamento urbano democrático :
SIM

Contratação de planos e projetos
por menor preço ou sem licitação
NÃO

Porque o projeto de Brasília
foi escolhido em concurso

Se você não sabe como foi escolhido o projeto
para qualquer obra pública de sua cidade,
manifeste-se!

Exija concurso público.

É transparente,
É democrático,
É a lei.

Lei 125/1935:
“Nenhum edifício público de grandes proporções será
construido sem prévio concurso para escolha do projeto respectivo.”

Campanha pelo mérito e contra o notório saber em Arquitetura e Urbanismo

Iniciativa:

MDC
Revista de Arquitetura e Urbanismo

Portal Concursos de Projeto

25 respostas em “Campanha pelo mérito e contra o notório saber em Arquitetura e Urbanismo

  1. Fazer concurso e permitir que as pessoas daquela sociedade sejam beneficiadas com a melhor resposta para o problema ;
    Demonstra a capacidade, sensibilidade e conhecimento dos representantes .
    Concursos tinham que ser mais freqüentes
    A começar pelas Universidades como exercício de aprendizado.

  2. Parabéns pela iniciativa. Essa campanha já articulou uma comissão para atuar na linha de frente “peitando” os órgãos públicos que contratam projetos sem concursos?

  3. O GDF pretende construir 10.000 vagas subterrâneas na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
    “Teremos um espaço subterrâneo que dará conforto, vai preservar a cidade e não provocará nenhum tipo de alteração no seu projeto arquitetônico” Gov. Agnelo Queiroz.
    Sabemos que 10.000 vagas precisam de 25.000m2 de ventilação. Imagine o mar de grelhas, buracos, chaminés de ventilação forçada ou seja lá o que for que a empresa contratada por menor preço vai espalhar na Esplanada.
    IAB, CAU, IPHAN, vamos pensar nisso?.
    Por que não um Concurso Público de Projetos para a Esplanada?

  4. Aqui escrevo como estudante de arquitetura que sou, embora com 54+ anos de idade e tendo vivido metade desses anos em outras culturas nomeadamente a Europeia. Apoio plenamente essa iniciativa, essa manifestação, essa tão necessária “re-leitura” da situação triste e contraproducente que temos no Brasil quanto a adjudicação de projetos arquitetônicos nomeadamente de obras de interesse público. É fato que também temos de admitir que há uma tênue, fragil linha de poscionamento de muitos arquitetos que, estivessem na condição de “notório saber” , tambem sentiriam-se honrados e felizes com o reconhecimento e a adjudicação de projetos pois todos temos nossos valores nos quais acreditamos e pelos quais lutamos , sem deixar de lado que também existe a vaidade própria de quem se sobressai. Entretanto, a primissa aqui parece-me ser a de moralizar, de abrir o leque, de aceitar que outros empenhados e talvez igualmente ou até melhor capacitados também tenham a oportunidade de mostrar sua performance, de exprimirem-se a assim compartilhar e somar entre todos. Que venham os concursos pois neste nosso imenso Brazil ainda há muito por ser bem arquitetado, não só night-clubs, mas escolas, hospitais, centros de pesquisa, sistemas intermodais de transportes públicos e parques… muitos parques!

  5. apesar de defensor da cultura – e da prática – do concurso público de projeto de arquitetura, é bom lembrar que o plano piloto de Brasilia é que foi objeto de concurso, mas os edifícios também o foram? e os edifícios da Pampulha?… e sim, existe a lei de 1935 – e é ótimo que exista – mas, o que é um “edifício (…) de grandes proporções”? quais os parâmetros para que isso se defina em uma instituição pública? em princípio, o ideal seria que todo e qualquer projeto edifício público fosse alvo de concurso, independente do tamanho ou da complexidade. mas aí, cria-se a questão: o que farão os arquitetos servidores públicos? serão apenas gestores dos processos dos concursos, elaborando termos de referência e fiscalizando a elaboração dos projetos e execução das obras? entendo que existe uma zona nebulosa nesse tema, que evidentemente precisa ser enfrentada, mas a solução não parece ser assim tão imediata nem está já pronta.

  6. Tem muito Arquiteto Urbanista trabalhando em orgãos públicos como fora deles também,entendo como uma questão de ser civilizado e compreender que, a lei de “querer só se dar bem” esta moldando nosas cidades do jeito que conhecemos.
    Oportunidade para concursos públicos é um caminho mais civilizado.

  7. O CAU BR deverá reunir os CAU’s estaduais e iniciar uma discussão nacional sobre o tema, envolvendo os profissionais e o poder público, incluindo a sociedade civil organizada. Poderá ser difícil mas será uma luta corajosa e pertinente. Se os CREA’s nem o CONFEA fez algo parecido, pois reunia várias profissões, o CAU só reuni ARQUITETOS E URBANISTAS. Então, vamos a luta.

  8. Emergencial???? Emergência, só médica! Chama o SAMU!!! Em Arquitetura e Urbanismo, o CONCURSO é a única forma de escolher o melhor projeto (Deus nos livre de comissões julgadoras malformadas!). Quem tiver notória especialização, terá mais chances, talvez. Mas também terá chance aquele(a) jovem Arquiteto(a) com talento, não é? Aos poucos, vamos moralizar o galinheiro, extirpar de nosso organismo social os Agnelo Queiroz da vida… Muito trabalho pela frente! Contem com minha humilde colaboração, sempre! E feliz 2013!

  9. Apoiadissimo.
    Eu participei de diversos concursos públicos logo que me formei, com arquitetos mais experientes e depois continuei participando e ganhando o primeiro lugar em alguns deles, o que foi importantissimo para ter mais confiança na profissão. Depois que isso acabou fiquei imaginando os novos arquitetos que se formam (alguns muito promissores) e que não tem essa oportunidade de participar de projetos importantes (salvo rarissimas exceções).
    Então apoio a iniciativa e se precisar participarei de atividades de apoio.

  10. Comentário atualizado em 01/01/2013.

    Prezado Luis Carlos Gomes,

    Agradecemos pelo apoio.

    No entanto, vale salientar que o objetivo da campanha a favor dos Concursos e do nosso projeto editorial não é defender a nossa classe. Nosso objetivo é defender o interesse coletivo e a qualidade da arquitetura pública.

    O Concurso é importante e deve ser obrigatório não porque pode ser bom para os arquitetos e urbanistas, mas porque antes (e acima) disso é um instrumento indispensável para a sociedade que almeja por ações mais transparentes e democráticas na Administração Pública.

    Agradecemos pelo apoio e contamos com sua divulgação.

    Att

    Fabiano Sobreira
    editor
    concursosdeprojeto.org

  11. apoiado…..o email q enviei mexeu com vcs…parabéns pela iniciativa agora além de ser um site informativo é um site de opinião que defende a nossa classe! É isso ai!

  12. Abençoados sejam os autores dessa iniciativa. Coincidentemente, vinha pensando seriamente em uma maneira de articular um abaixo assinado para por um fim ao inciso II do artigo 25 da lei 8.666, que admite esse absurdo da “notória especialização”. Unamos nossas forças para por fim a essa bagunça de uma vez por todas.

  13. Sim ao concurso público de projetos e à transparência no poder público. Mas precisamos nos organizar e reivindicar mais ativamente.
    Sim à boa arquitetura, bela, eficiente e democrática.

  14. Infelizmente foi preciso da morte do Niemeyer para que este tipo de manifestação tomasse pé. Tudo bem, aceito o respeito e vamos todos contra o notório saber (lembrem-se que em alguns casos pode ser emergencial, aproveito para também ir contra MPs de prefeituras como a de BH que criou algo parecido com Central de Projetos Emergenciais de Cultura onde arquitetos fazem projetos “emergenciais” e fogem também das licitações e concursos e também contra os “escritórios” federais de arquitetura formados por funcionários federais que fazem projetos para instituições federais e outras sem concursos e licitações.
    Viva os concursos!
    Sylvio de Podestá

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