Concurso Publico Nacional de Arquitetura – Uma escola para Guine-Bissau

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Concurso Público Nacional de Arquitetura – Uma Escola para Guiné-Bissau


Apresentação:

O Concurso Público Nacional de Arquitetura – Uma escola para Guiné-Bissau tem como objetivo a seleção do melhor Estudo Preliminar de Arquitetura para uma escola com área estimada em 350m2, a ser construída em regime de mutirão na comunidade de São Paulo, em Bissau, Guiné-Bissau.

O concurso é resultado do Protocolo de Intenções de Cooperação Técnica celebrado entre o IAB/DF e a Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE), que tem como objeto a colaboração entre os partícipes na implementação de programas, projetos e atividades de cooperação técnica em benefício de países em desenvolvimento. O Projeto se insere nos termos da Parceria Brasil-UNESCO para a Promoção da Cooperação Sul-Sul e como parte do projeto “Jovens Lideranças para a multiplicação de boas práticas socioeducativas”. Também estão envolvidos, do lado do Brasil, o Instituto Elos, a Fundação Gol de Letra e o MEC. Por parte do país parceiro estão envolvidos o Ministério da Educação de Guiné Bissau e a Associação Amizade (ONG). O objetivo da parceria é identificação e fortalecimento de lideranças jovens da localidade e ligadas à Associação Amizade do Bairro de São Paulo em Bissau, para torná-los multiplicadores de práticas sócio-educativas bem sucedidas e desenvolvidas pela Fundação Gol de Letra São Paulo (Disseminação da Prática em Educação Integral) e UNESCO Brasil (Programa Escola Aberta) que favoreçam a educação integral, comunitária e o desenvolvimento local.

Cabe ao IAB/DF, como instituição parceira, fornecer os projetos de arquitetura e complementares para a construção da escola que irá abrigar as atividades educativas. É com esse objetivo que o Instituto promove e organiza o presente Concurso de Arquitetura e convida os profissionais habilitados, nos termos do Edital, a enviarem suas ideias e soluções de “uma escola para Guiné-Bissau”.

Promoção e Organização: Instituto de Arquitetos do Brasil – DF

Tipo de Concurso: nacional, aberto, em uma etapa (envio em meio eletrônico)

Quem pode participar: profissionais legalmente habilitados


Cronograma:

16/08/2010 – Lançamento Oficial do Concurso e divulgação das Bases do Concurso

16/08 a 15/10/2010 – Inscrições

16/08 a 15/10/2010 – Consultas

23/08 a 18/10/2010 – Respostas às consultas (em lotes, distribuídos conforme o volume de questões)

02/10 a 18/10/2010 – Envio dos trabalhos (em meio eletrônico)

19/10 a 25/10/2010 – Julgamento dos trabalhos pela Comissão Julgadora

29/10/2010 – Ato Público – Divulgação do Resultado Final – Publicação dos Trabalhos

Até 30/11/2010 – Assinatura do contrato para o desenvolvimento do projeto executivo, projetos complementares e supervisão da obra.

30/11/2010 a 30/01/2011 – Período previsto para desenvolvimento do projeto executivo e projetos complementares.

02/2011 a 05/2011 – Período previsto para execução da obra na Comunidade de São Paulo, em Guiné-Bissau.

Prêmios:

1º lugar – R$ 3.000,00 + contrato para desenvolvimento do projeto executivo

2º lugar – R$ 2.000,00

3º lugar – R$ 1.000,00

Comissão Julgadora:

Alvaro Puntoni
Daniel Bonilla (Colômbia)
Francisco de Paiva Fanucci
Jaime Gonçalves Almeida
Solano Benitez (Paraguai)
Sylvio de Podestá
Vinicius Andrade

Para mais informações acesse aqui a página oficial do concurso.


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Os interessados devem consultar diretamente a página do concurso para eventuais atualizações e alterações relativas ao concurso anunciado.

28 respostas em “Concurso Publico Nacional de Arquitetura – Uma escola para Guine-Bissau

  1. Galera, entregamos ontem o concurso de ESCOLA PARA GUINÉ-BISSAU e vou ser jurado do CONCURSO PARA O CRA-SC, e queria dizer que é maravilhoso participar de um concurso cujo envio das pranchas é digital e em nível de estudo preliminar, comodidade, sustentabilidade e rapidez… será que não dá para adotar em todos, ou pelo menos na maioria… parabéns também ao modelo criado pelo IAB-SC no qual um júri técnico seleciona os 3 melhores trabalhos e em seguida um júri social classifica a ordem destes tres, indicando o vencedor. Assim, nos aproximamos mais da realidade e da sociedade e vice-versa e saímos do nosso mundínho crítico-intelectual que não tem interface com o mundo real… e vcs!

  2. É realmente…. quando comecei a ler até me animei, apesar do prazo já estar bem aí (só descobri o site hoje). Pois o projeto é muito interessante, porém com esse valor de inscrição não rola pra mim (sou recém-formada e ainda estou trabalhando só)!! hehehe :D

  3. Nossa, quanta reclamação.
    Meu escritório é pequeno, alias bem pequeno. Pra falar a verdade tenho parceria com decorador e uma estagiária. Me interessei muito pela proposta pois é um programa de facil entendimento. Fiquei um pouco incomodado com alguns comentários. Poxa, que gente estranha. Se não tem 200 reais, não se increve. Concordo que a relação prêmioXinscrição é muito estranha. MAs o con curso está aí. Abusivos mesmo são esses concursos federais que cobram 150 reais de inscrição para cadastro reserva e recebe mais de 2000 inscrições de arquitetos. Leiam as instruções, vejam possibilidades e decidam. Agora uma ultima coisa…O que fazer com aquela aguaceira toda no terreno???

  4. Os sempre mesmos arquitetos são aqueles que se manifestam e lutam para que tenhamos uma profissão mais digna. De fato, quando nos deparamos com as imagens relativas àquela realidade ficamos chocados e contagiados pelo desejo de ajudar de algum modo. No Brasil não é diferente. Alguém já passou pelas periferias brasileiras? Seria a nossa realidade periférica muito diferente? E as iniciativas? E as Relações Interiores?

  5. Não sou nenhum monge tibetano, mas fiquei muito afim de participar (e vou participar) apenas de ler, ver fotos e imaginar em como a situação é precária no país e em como podemos de certa forma ajudar. O que eu quero dizer, é: vamos deixar um pouco de lado a comissão julgadora, o IAB, a premiação, o contrato, etc etc um pouco de lado. Nos achamos tão solidários e socialmente engajados, mas na hora do vamos ver, sempre ficamos com nossos delicados bumbuns repousados nas cadeiras dos nossos escritórios. Já me cansei de ler lamúrias e indignações (e sempre dos mesmos arquitetos) neste blog, e nada é feito.

  6. Com taxas mais baixas, teríamos um concurso mais abrangente e democrático, talvez arrecadando a mesma quantia necessária ao pagamento dos prêmios e honorários. Já a premiação, percebe-se ser nitidamente “simbólica”, uma vez que se trata de um projeto humanitário! O prêmio real está mais no reconhecimento público e a oportunidade de atuação em nivel internacional. Infelizmente, isso não é “valor” para muitos! Lamentável ainda, é ver que nossa classe, talvez por já sentir-se tão maltratada por um mercado excludente e injusto, acabe também por esquecer de seu papel social… Vale a reflexão.

  7. Seguem três pontos de reflexão Nietscheriana, Derridariana, NelsonRodriguesiana ou PauloFrancesiana (como preferirem) com o objetivo de crepuscular os deuses, as grandes verdades e tratar a vida e os concursos como eles são:
    (Quem não se propuser à tal exercício de deseducação por favor pule este comentário)

    1. Programa e Edital sempre são transcendidos pelos vencedores, assim como no futebol arte todos adoraram aquele gol do Luis Fabiano usando os membros superiores, nos concursos, júris e as assistências acabam se curvando ao que realmente interessa, e que não são as regras, por hora chamaremos de “borogodó do vencedor”

    2. Remuneração de arquiteto neste país e neste século nunca foi sequer satisfatória. Quem estiver satisfeito com o mercado (Weinfelds e Kogans nem devem perder tempo neste site) que atire a primeira pedra.

    3. Jurado desonesto atua em qualquer situação, sigilosa ou pública, virtual ou analógica, para diluir este problema eles são vários e, até que apareça o cheiro do contrário, são profissionais reconhecidos e ilibados.

    Aos mais jovens, perdoem-me esta iniciação precoce, aos demais, continuemos a perseguir os acertos com a certeza de que só erra quem faz.

  8. esqueci de dizer que também participamos do HOUSE IN LUANDA e acho que o principal é a gente focar toda a energia para que, em primeiro lugar, os concursos aconteçam, depois de forma isenta, depois que a remuneração seja justa e por último que as coisas sejam construídas…

  9. Caros, acho que no fundo é uma discussão onde todos têm razão… inclusive com parte desse tempo e energia já poderiam ter surgido algumas idéias… Aqui, vamos participar e estamos entusiasmados com o arranjo intitucional proposto e com a qualidade contemporânea do jurí, tive o prazer de conhecer pessoalmente o Vinicius Andrade numa aula magna na UFSC e sou fã da maioria dos caras ali, então ser julgado por eles já vale a pena. Tivemos a oportunidade de vencer o concurso público do MERCADO PÚBLICO DE BLUMENAU, organizado pelo IAB-BLUMENAU-SC e afirmo que o maior ganho é sempre, além da satisfação, a visibilidade e marketing. No final ficamos sempre rezando para construír… Parabéns pelo grande esforço, sabemos da precariedade de nossas instituições, por isso a importância do CAU, vamos participar e achamos que podemos ganhar…

  10. Desculpem organizadores do IAB, pela mediocridade de nossos colegas, mas entendo a choradeira. Afinal de contas nossa classe não é a das mais valorizadas. Em Juiz de Fora – MG. Os donos de escritórios chegam a contratar quatro arquitetos pagando 1,200 cada, para ter o direito a 12 estágiários com um custo de 4 reais a hora!!! Mão de obra especializada a baixissimo custo!!! E quam são os responsáeis por isso??? Nós!!! Bom agente pode até chorar, mas agente tem enfiado o dedo nos próprios olhos!!!

  11. Está correta a informação que consta nas bases de que o julgamento das propostas pode seguir sempre que estiverem 3 dos jurados conectados simultaneamente?

    Achei muito estranho isso, vai dar linha pra muita polêmica. Se o julgamento será pelo computador, deveria estar mais claro como ele procederá, e quais serão os critérios de avaliação, não de cada jurado individualmente, mas como a opinião de cada um será acatada e transformada em um parecer final. Será individual a avaliação de cada jurado e depois será feita uma média?

    Muito estranho esse formato, o tradicional me agrada muito mais. Não sou contra novas maneiras mais eficientes através do uso do computador e da internet, mas essa parece que tem algum curto-circuito que ainda precisa ser resolvido e desenvolvido.

  12. O Programa diz:

    “Infra-estrutura básica:
    Cisterna para captação de águas pluviais.
    Poço melhorado para recolhimento de águas subterrâneas com painel solar.”

    Acho que na fase de estudos preliminares não existem elementos suficientes para o projeto de captação de águas pluviais e poço para recolhimento de águas subterrâneas com
    painel solar. Melhor seria deixar estes itens para o projeto executivo, dirigindo-se os esforços para a concepção do projeto propriamente dita.

    Saudações,
    Cláudio Moschella.

  13. Como o próprio IAB diz, o concurso poderá ter “centenas” de inscritos. Digamos que sejam apenas duas centenas. Isto significaria uma arrecadação de R$40.000,00 (quarenta mil reais), que cobririam os custos com prêmios e honorários para o vencedor. Onde entra o voluntariado do IAB/DF?
    Outra coisa: como o júri do concurso é composto por arquitetos de incontestável renome e considerando a simplicidade do tema, será necessário elaborar maquetes? Particularmente, considero o item mais dispendioso e desnecessário para o entendimento da proposta.

    Saudações.
    Cláudio Moschella.

  14. Acho que no caso de um projeto humanitário, devemos todos dar nossa parcela de ajuda, visto a dificuldade de se implantar esta escola com pouquíssimos recursos, quem achar que não vale a pena não participa…mas a iniciativa é ótima…

  15. Arquiteto é um bicho reclamão;não gostou das condições não participa !!!!
    Existem outros concursos, inclusive internacionais. Mas para esses concursos internacionais, ditos bons, é preciso reclamar menos e trabalhar mais. !!!

  16. Concordo com o Mahfuz.
    Talvez o dinheiro arrecadado com as inscrições sirva para custear a obra!
    Se a premiação é simbólica, a inscrição também deveria ser, afinal o objetivo é selecionar o melhor projeto e quanto mais inscritos no concurso mais chance deste objetivo ser alcançado.

  17. Acerca de nosso comentário, assim como outros semelhantes, acredito que tem o sentido de dar uma contribuição ao debate. Na medida em que houver maior número de sugestões, inevitavelmente, os efeitos serão nítidos. Entendo que o site http://www.concursosdeprojeto.org
    representa hoje, na minha opinião, o forum mais representativo ligado à nossa categoria. Quanto aos esclarecimentos do IAB/DF entendo que são necessários e brilhantes entretanto não justificam e portanto não são suficientes. Continuarei me manifestando por meio deste site, que como disse, representa nosso melhor meio de comunicação e estou certo de que o IAB/DF, representado por sua diretoria, acessa diariamente o referido site e tomará conhecimento de nossos pontos de vista. Enviarei ao IAB/DF uma sugestão de franquear as inscrições e transformar os prêmios em diplomas remunerando apenas os vencedores- me parece mais digno e compatível com a causa. Caso contrário temo pela ineficácia do concurso.
    Agradeço a oportunidade de me manifestar.
    FernandoSimon- arquiteto

  18. recentemente participamos de um concurso internacional, A HOUSE IN LUANDA, uma ação também humanitária com inscrições gratuítas e com contrtação muito superior. Infelizmente o trabalho não foi entregue em tempo e não foi avaliado pela comissão julgadora. Foi selecionado, entre outros, o trabalho do brasileiro Álvaro Puntoni. Realmente R$ 200,00 para inscrição está acima do razoável. Trinta inscritos pagam os prêmios. Para o sucesso desta empreitada sugerimos uma revisão no valor proposto para a inscrição. Temos que computar os custos relativos a consultorias, maquetes, pessoal auxiliar etc. Outra sugestão seria dobrar os valores referentes à premiação-( custo X benefício).

  19. Prezados arquitetos,

    O IAB/DF esclarece que o Concurso Nacional de Arquitetura – Uma escola para Guiné-Bissau está sendo promovido e organizado gratuitamente pelo Instituto como uma Ação Humanitária, e que o IAB/DF está pagando todas as despesas administrativas, inclusive premiações e o contrato com o vencedor. Os coordenadores, assim como os membros da comissão julgadora, aceitaram trabalhar voluntariamente, sem honorários, considerando a natureza humanitária da ação (para maiores informações sobre a Ação, sugerimos a leitura das Bases do Concurso, em especial o Termo de Referência, disponível no site do concurso).

    O IAB/DF propôs a realização do Concurso em atendimento à solicitação da Agência Brasileira de Cooperação, que procurou esta instituição em busca de parceria para a elaboração e doação de um projeto de uma pequena escola, a ser construída pelo sistema de mutirão em Guiné-Bissau, com o objetivo de ajudar jovens da Comunidade de São Paulo, na capital daquele país. Considerando a oportunidade de reunir os arquitetos brasileiros em torno de uma ação humanitária, o IAB/DF propôs a realização do concurso nacional, e para isso está contando com a ação voluntária de arquitetos do Brasil e da América Latina, em especial – como já foi mencionado – dos coordenadores do concurso e dos membros da comissão julgadora, que gentilmente (e gratuitamente) aceitaram o convite de colaborar com esta Ação.

    Ainda assim, apesar de se tratar de ação humanitária, o IAB/DF insiste que os honorários a serem pagos ao arquiteto vencedor sigam os valores propostos pela Tabela de Honorários da Instituição, como se pode verificar pela documentação disponibilizada no site do concurso. O valor cobrado para as inscrições tem o objetivo de compensar pelo menos parte das despesas administrativas do concurso e parte da premiação. Ainda assim, vale salientar, o valor total obtido com as inscrições não cobrirá sequer metade dos custos do IAB/DF com o Concurso. Sobre o déficit restante, o IAB/DF pretende recuperar em patrocínios de instituições interessadas em colaborar com esta Ação Humanitária, pois acredita no valor simbólico dessa Ação para a instituição e para a profissão.

    Vale destacar que este concurso traz algumas inovações importantes, que não foram destacadas: trata-se de um concurso totalmente em meio eletrônico (tanto o envio quanto o julgamento dos trabalhos). O objetivo desse formato é minimizar os custos para os concorrentes (que não terão despesas com impressão e envio das pranchas), além de facilitar o trabalho da comissão julgadora, a difusão dos resultados e a publicação dos projetos.

    Sobre questionamentos relativos às informações disponibilizadas no site do concurso, sugerimos a leitura atenta do Termo de Referência. A partir da leitura será possível observar que a precariedade social, política e de infra-estrutura de Guiné-Bissau impedem a coleta de informações mais detalhadas. A ausência de contexto urbano não ocorre devido à falta de competência do IAB, mas resulta do próprio contexto onde será executada a escola: uma área sem infraestrutura, de características rurais, sem rede de esgoto e sem energia elétrica. Não há cadastramento oficial dos lotes na área, nem legislação urbana. Enfim, a documentação disponibilizada pelo IAB/DF é fruto de um grande esforço em coletar (in loco, em uma missão diplomática) o máximo de informação possível, diante da precariedade da situação da comunidade. Nestes termos, solicitamos que não se confunda a “precariedade da condição social” do país, com a suposta falta de competência institucional e de seriedade das pessoas envolvidas no trabalho.

    Finalmente, o IAB/DF entende que a premiação apresentada é simbólica, mas que reflete a escassez de recursos da Comunidade a ser beneficiada e a natureza humanitária da Ação. A premiação – em qualquer concurso – não é suficiente para compensar o tempo e o esforço das dezenas ou centenas de profissionais altamente qualificados que se debruçam sobre o problema durante meses e que ao fim apresentam soluções da mais alta qualidade, sem a certeza de que terão o seu projeto entre os premiados, de maneira que a decisão em participar ou não de um concurso depende também de outras razões, que vão além da premiação. O IAB/DF entende que cabe a cada profissional ou equipe avaliar e julgar se a participação no concurso é oportuna e se o objeto é digno do tempo e do esforço necessários para o desenvolvimento do projeto. Por isso, o Instituto agradece desde já a todos os arquitetos que vão dispor de seu tempo e esforços nesse projeto de grande valor simbólico e humanitário, de “uma escola para Guiné-Bissau”.

    Att

    Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB/DF

  20. Os prêmios são baixos! Mas o contrato não é ruim. E pela primeira vez eu estou vendo um concurso com os cálculos de honorários explicito. Parabéns ao IAB, isso deveria ser a regra para todos os concursos.

  21. Realmente um belo concurso e um belo abuso o valor dos prêmios. O Concurso de estudantes realizado pela extensão da FAU-UFRJ para o “Memorial dos estudantes mortos na ditadura militar” oferece o dobro aos vencedores.

  22. ou pelo menos uma taxa mais baixa, mais condizente com os prêmios, algo por volta de 50,00, por exemplo.

    a taxa cobrada é das mais altas entre os concursos realizados nos últimos 18 meses.

  23. Olha, IAB deveria ter vergonha de disponibilizar um material desta forma. Conteúdo primário, dificultando qualquer possibilidade de qualidade nas futuras propostas. A dar início na inserção urbana da “escola”. Muito parece que é apenas uma edificação a mais. Uma pena

  24. Parabéns pelo concurso, uma belíssima oportunidade. Mas concordo com o comentário acima. Se todos os jurados e coordenadores estão realizando o trabalho por doação, e isto é louvável, a taxa de inscrição dos participantes deveria igualmente ser simbólica.

  25. me parece haver uma falta de proporcionalidade entre os prêmios oferecidos (3, 2 e 1 mil reais) e a taxa de inscrição cobrada (200,00).

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