Concurso Nacional de Arquitetura – Ponte e Passarela em Blumenau – SC

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Concurso Nacional de Arquitetura – Ponte e Passarela em Blumenau


Objeto: Selecionar o melhor Estudo Preliminar de Arquitetura e Projeto Conceitual Estrutural para o projeto de uma ponte e de uma passarela para pedestres, na cidade de Blumenau-SC.


Promoção: Prefeitura de Blumenau

Organização: IAB-SC

Tipo de Concurso: nacional, aberto, em uma etapa

Quem pode participar: Item 4.1 do Edital:

Poderão participar deste Concurso Público Nacional todos os profissionais diplomados, de nível superior, registrados no sistema CONFEA/CREA, residentes e domiciliados no país, legalmente habilitados, com atribuição em projeto de arquitetura ou projeto estrutural de pontes – atribuição exclusiva de engenheiros civis –, em pleno gozo de seus direitos civis e profissionais e em dia com suas obrigações fiscais, isoladamente, em equipes formadas entre si, e pessoas jurídicas, cuja sociedade tenha sede no território brasileiro e seja formada por esses profissionais, além de seu objeto social estar de acordo com a atividade que este concurso pretende desenvolver.


Cronograma:

22 de fevereiro de 2011: Lançamento oficial do Concurso.

22 de fevereiro de 2011 a 18 de março de 2011: Período de divulgação e das inscrições.

14 de março de 2011 a 25 de março de 2011: Consultas.

25 de março de 2011: Visita Guiada das 9h às 12h.

16 de março de 2010 a 30 de março de 2011: Respostas às consultas.

08 de abril de 2011: Término do prazo para o envio dos trabalhos.

15 de abril de 2011: Data limite para o recebimento dos trabalhos até às 18h.

04 de maio de 2011: Divulgação oficial do resultado do Concurso.

Prêmios:

1o. colocado, R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais);

2o. colocado, R$ 15.000,00 (quinze mil reais);

3o. colocado, R$ 5.000,00 (cinco mil reais).


Comissão Julgadora: Conforme Item 10.1 do Edital – A Comissão Julgadora (CJ) será composta de um Júri Técnico, formado por 5 (cinco) membros indicados pela ORGANIZADORA, e de um Júri Representativo,formado por entidades reconhecidas pela Municipalidade.

Coordenação do Concurso: Arq. Sérgio Oliva

Para mais informações acesse aqui a página oficial do concurso.


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Os interessados devem acessar diretamente a página do concurso para eventuaisconsultas, atualizações e alterações relativas ao concurso anunciado.

6 respostas em “Concurso Nacional de Arquitetura – Ponte e Passarela em Blumenau – SC

  1. Excelente documento, excelente iniciativa. Que todo o Brasil (IAB’s) o pratiquem, para felicidade geral da nação.
    Agradeço a dica do colega Nonato Veloso, uma vez que desconhecia este documento. É preciso divulgá-lo.

  2. Transcrevo aqui os comentários que postei no site oficial:
    ” Excelente iniciativa. Parabéns ao IAB – SC, mais uma vez valorizando a arquitetura através de concursos públicos. Para ficar ainda melhor, sugiro que dêm uma olhada no link:

    http://www.iabdf.org.br/uploads/Concursos_em_meio_eletrônico-2010-11.pdf

    Trata dos concursos no Brasil por meio totalmente eletrônico, principalmente sobre o ” envio das propostas “.

    Acho que devemos fazer uma campanha nesse sentido, em todos os IABs.

  3. Quanto ao “retrocesso” analógico, vá lá, vai demorar nos livrarmos do ranço burocrático dos papéis, várias vias, carimbos, firmas reconhecidas, etc.
    Mas cinco indicados sendo três válidos, dois supostamente inelegíveis… qual o objetivo desse maneirismo processual?

  4. “10.3 O julgamento se dará em duas etapas, independentes entre si: na primeira etapa o Júri Técnico selecionará 5 (cinco) estudos preliminares, classificando apenas o quarto e o quinto lugar, e enviará ao Júri Representativo os outros 3 trabalhos, sem classificação, apresentando apenas os critérios de seleção por escrito; na segunda etapa, o Júri Representativo determinará a classificação em Primeiro, Segundo e Terceiro lugares, sendo vedada a possibilidade de empate.”

    Concordando inteiramente com o Marcelo Ursini, pergunto: porque o JT enviará cinco estudos se só, e somente só, três, serão premiados pelo JR. Mais uma vez, e se, o JR preferir, unanimemente, o quarto ou quinto classificados? Realmente inédito.

    Além disso, gostaria de registrar minha insatisfação, imagino que também de toda a classe, com respeito a alguns critérios básicos de organização.

    1.0 Até quando teremos que enviar:

    a) um jogo de cópias plastificado e afixado em papel pluma 5 mm…
    b) um jogo completo de cópias para manuseio da Comissão Julgadora…

    A maioria dos concursos solicitam aos participantes soluções arquitetônicas sustentáveis. Porque o envio dos projetos deve gerar tanto desperdício. Para que serve a internet? Porque não assumir de uma vez a tecnologia que temos disponível?

    2.0 Por que não adotar um processo de inscrição menos burocrático; através de um único sistema de pagamento (quando for o caso), via cartão de crédito, ou qualquer outra forma, desde que seja on line. Para que “inscrição válida”, “inscrição confirmada” , e envio de documentos via correio, etc. Cada profissional é responsável pela legalidade de sua atribuição profissional, o que deverá ser comprovado no momento da assinatura do contrato.

    3.0 E, Finalmente, porque ter acesso às “informações restritas” somente após a “confirmação da inscrição”. As informações referentes aos concursos devem ser abertas a todos, para que, após análise, os arquitetos decidam participar ou não do concurso.

    Recentemente, o concurso para escolha da Sede da CNM, em Brasília, foi organizado dentro de um modelo mais moderno, que satisfaz a maioria destas observações. Então, porque não avançamos em sua direção, porque retrocedemos?

    Boa sorte aos navegantes…..

  5. Nossas entidades estão se superando na criação de regulamentos cada vez mais esdrúxulos. Este edital nos brinda agora com um esquizofrênico modelo de julgamento: juri técnico escolhe uma lista tríplice e o juri representativo(!?) escolhe o ganhador sem precisar justificar!
    Caso exista um abismo qualitativo entre a proposta considerada a melhor pelo juri técnico e as demais classificadas, o tal juri representativo (representa o que e quem?)pode escolher uma proposta de qualidade pífia.
    Isto têm cheiro de pseudo-democracia ou pura demagogia transformando a escolha de um projeto de arquitetura em uma ação plesbicitária.Deveria caber ao corpo técnico habilitato a escolha do melhor projeto.
    Agora só nos resta esperar um próximo edital que supere este em “criatividade”.Escolher apenas o melhor é muito simples, melhor complicar um pouco!

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