Sede do Campo Olímpico de Golfe – Menção Honrosa 313

Concurso Nacional para a Sede do Campo Olímpico de Golfe

Menção Honrosa – Projeto 313 – RS 

Autor – Matias Revello Vazquez

Colaboradoras – Raquel Redaelli, Emanuella De Toni e Gicele Netto

Consultores – Carina Nath, Mauricio Caberlon e André Lioncio

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Memorial Descritivo

A proposta surge do arquétipo de um guarda-sol que protege com sua sombra, enquanto a ausência de barreiras desmaterializa os limites e permite que a brisa refresque o usuário.

E assim como na praia, a disposição dos mesmos organiza livremente o espaço. Os edifícios são compostos a partir de estruturas leves, “ligeiras”, pré-fabricadas, preocupadas com custo, desperdício, manutenção, origem da matéria-prima, impacto ambiental e, sobretudo, com discurso, qualidade espacial e conforto.

Uma arquitetura simples, mas não simplória; com “complexidade resolvida”, citando a Gaetano Pesce. Oposta às soluções complicadas tão comuns às obras para estes tipos de eventos.

A fim de que seja uma obra atemporal, sóbria, condizente com seu uso e localização, e que possa materializar um pouco da cultura brasileira.

Permitindo assim a fácil apropriação e compreensão por todos seus usuários, compactuando com Paulo Mendes da Rocha quando diz que “a virtude indispensável da arquitetura é ser oportuna!”

Edifícios localizados conforme função e impactos, dispostos de forma eqüidistante, para apropriar-se da área e permitir a fácil transição entre os mesmos.

Percurso livre entre os edifícios, sempre com a opção de uma vista sombreada. Núcleos de estar externos protegidos, gerando zonas de lazer junto a todos os edifícios.

Todas as edificações partem de um mesmo módulo, racionalizando ao máximo todo o sistema construtivo.

Utilizando sempre elementos pré-moldados / pré-fabricados permite maior velocidade de obra, melhor controle de custos e menos resíduos, além de permitir ampliações, reformulações ou até mesmo a sua desmontagem e reaproveitamento.

Optando sempre por materiais de baixa manutenção e grande durabilidade, produzidos
próximo à obra. Tirando partido da próxima estética dos materiais sem precisar revesti-los.

Planta linear, estreita, com o menos número de barreiras internas, favorecendo ventilação cruzada em fachadas opostas.

A ventilação natural dos edifícios assegura qualidade de pureza e olfação do ar, condição indispensável para o conforto, higiene e saúde dos ocupantes.

Plantas livres, com estrutura independente das vedações do edifício, para permitir fácil adaptação a futuros usos, prolongando ao máximo a utilidade da edificação.

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Agradecemos aos autores pela disponibilização do projeto para publicação.

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