Teatro Municipal de Itapeva – SP – Premiados

Anunciados os premiados no concurso para o Teatro Municipal de Itapeva, promovido pela Prefeitura da cidade e organizado pela Associação Regional dos Engenheiros do Sudoeste Paulista – ARESP. Veja abaixo imagens dos projetos premiados (clique nas imagens ou nos links para mais informações sobre os projetos):

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1º lugar – Yuri Vital

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2º colocado – Eugenio Conte, Gabriel Cesar e Santos, Pedro Guglielmi e Silvio Sant`Anna

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3º lugar – Nonato Veloso

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28 respostas em “Teatro Municipal de Itapeva – SP – Premiados

  1. Caro Pedro P. Balazzo, quando me referi a desconexão entre reproduzir uma arquitetura sem necessariamente considerar o seu contexto histórico/político, pretendi apenas ressaltar os pontos mais óbvios que não se levam em consideração. Sem dúvida existem inúmeros outros fatores que estão fora de sinergia . A arquitetura brutalista paulista, ou melhor dizendo Escola Paulista, esteve intimamente ligada ao seu contexto histórico/político, assim como esteve intrinsecamente ligada ao seu contexto tecnológico/cultural/social, algo que todos aqui sabemos.

    Quanto à sua análise em relação a minha “postura estética”, fiquei até espantado por você reduzir o meu breve comentário em algo meramente estético. Vejo com freqüência esse tipo de discussão, até mesmo aqui no concursosdeprojeto.org, e não pretendo entrar no mérito se algo curvo, reto, quadrado, caixa ou esfera é melhor ou pior que o outro. Penso que a forma é conseqüência de uma série de questões, até mesmo conceituais, assim como tudo na vida não é definido apenas por um único quesito. Considero a arquitetura produzida no período da Escola Paulista muito bela, assim como considero a arquitetura grega bela, mas não saio produzindo diversos Partenons pela cidade simplesmente por considerá-lo belo.

    A forma pura que Le Corbusier propôs no início do século passado não foi unicamente pela forma, mas foi reflexo de uma necessidade conseqüente de uma nova tecnologia, do concreto armado, da produção em série, de um período pós-guerra, de uma releitura da arte propriamente dita. Artigas defendia o brutalismo principalmente por causa do momento político do país, em meio à ditadura, levando em consideração uma arquitetura socialista, que gerasse uma arquitetura aliada à situação econômica, social e cultural de um país emergente. Atualmente re-produzimos uma arquitetura de cerca de 60 anos atrás apenas porque achamos bela.

    Volto a dizer que não pretendo discutir se é bonito ou feio, pois cada um cria o seu repertório formal/estético a partir de suas experiências, há projetos que acho belíssimo que provavelmente alguém achará o contrário. Apenas tento ressaltar aqui que ARQUITETO NÃO É ESCULTOR, mas que arquitetura é muito mais complexa, pois sua expressão estética está aliada às questões funcionais, culturais, técnicas, de apropriações do espaço dos seus usuários, do reflexo da tecnologia no cotidiano das pessoas, entre outros infinitos fatores.

    Ao olhar a produção contemporânea mundial, diante de um mundo globalizado, não entendo porque nos atemos a ficar preso aos paradigmas de nossos grandes mestres. Novas questões e necessidades surgem todos os dias, porém, deixamos de refletir apenas por estarmos presos a cânones projetuais.

    Abraço a todos e fico contente de termos um local que gere discussões tão importantes para o nosso meio!

  2. Vinicius, sem entrar no mérito dos aspectos objetivos de organização espacial e programa, fiquei curioso com a sua postura estética.

    Para você, reside o valor estético da “Escola Paulista” exclusivamente na adequação das formas arquitetônicas ao contexto histórico/político? Nesse caso, quando o contexto muda, perderiam as formas seu valor arquitetônico, persistindo apenas pelo seu valor de memória?

    Se isso for verdade, e se a “estética” da Escola Paulista valer apenas enquanto documento do momento histórico em que foi criada, então não estamos considerando essa arquitetura como de fato bela, apenas como um registro material.

    Se, por outro lado, considerarmos que a beleza dessa arquitetura persiste para além do marco histórico do seu surgimento, isso é, se nós, em outro contexto histórico, podemos apreciar a beleza do brutalismo paulista, então por que nos auto-impormos um tabu contra a sua continuidade?

    Enfim, resumindo: se a arquitetura da Escola Paulista não for para nós considerada bela, mas apenas interessante enquanto documento histórico, então é legítimo nos afastarmos dela e recusarmos a sua repetição.

    Ao contrário, se nós considerarmos essa arquitetura como bela, faz sentido continuar produzindo arquitetura brutalista, ainda que também seja possível buscar outras formas de beleza.

  3. Assino embaixo o que o nosso amigo Menudo disse em relação a uma certa tendencia a resgatar a chamada Escola Paulista, o que perde total força quando se analisa a partir do contexto historico/politico. Quando ressaltam a importancia de buscar explorar outras tecnologias, não necessariamente estamos nos referindo a High Tech do Star System, mas, se pararmos para olhar à nossa volta, aos nossos vizinhos argentinos, chilenos,colombianos, tem-se um parametro melhor do que pode se explorar. Re-interpretar não é mimetizar.

  4. O 1° colocado esta uma beleza na minha opinião, um projeto elegante do qual não se teria nada a acrescentar na forma e nas soluções, simples e correto.
    No entanto concordo com algumas opiniões quanto ao “estilo datado”, parece um homenagem (uma bela homenagem)aos mestres Artigas e P.M.Rocha entre outros, com a idéia de edifício universal, 4 apoios destacados (embora sempre haja mais apoios do que sugere a forma),cascão de concreto cobrindo tudo, etc, com algumas tentativas de dar o “ar” contemporâneo.
    Quanto aos demais projetos publicados não vi tanta espacialidade como sugerem algumas críticas, com soluções plásticas de pouca personalidade. Se foss jurado Ficaria com o primeiro com certeza.

    sds

  5. pessoal, já viram os projetos? Convenhamos o segundo colocado foi muito mais feliz… A proposta vencedora criou uma arquitetura completamente isolada do entorno! Enquanto que a segunda promoveu integração muito interessante com os espaços vizinhos. Entretanto não posso deixar de comentar que a segunda proposta é parecidíssima com o projeto vencedor do teatro de Londrina! Vocês se lembram?

  6. O primeiro colocado não propos a melhor solução para a apropiação do espaço público e sua relação com o entorno, coisa que os outros colocados propuseram de forma mais democrática. As duas empenas laterais limitam a aréa do prédio, impondo-o na paisagem e cerrando o visual do conjunto em volta. è um belo projeto que poderia ser menos “isolado”; mais aberto às laterais, mais proximo à frente e mais permeável, como foi o segundo colocado.

  7. Três belos resultados para uma porcaria de concurso!

    Soluções instigantes e diferentes, que nos fazem esquecer a péssima elaboração do edital e administração dos processos dessa licitação.

    Ainda bem que os arquitetos costumam contornar certas deficiências da administração pública, fazendo dos percalços motivação.

    E eu que, com vontade de participar dessa “disputa” por achar o programa nobre e a competição importante para aprimoramento profissional, esbarrei na falta de vontade dos responsáveis pela administração do concurso e fiquei aqui: um semi-analfabeto frustrado!

    (ver debate no primeiro post do concurso)

    Caro colega Yuri, espero que construam seu projeto com a mesma dignidade que foi projetado e paguem seus honorários com o mesmo valor do seu empenho!

    Meus sinceros parabéns a todos os participantes!

    Peço que dêem um abraço bem apertado no sr. Davidson Panis Kaseker quando o encontrarem na cerimônia de premiação…

  8. Saudações… interessante o debate que suscitou… é exatamente o “depois do projeto”, aquilo sobre o que o arquiteto não têm controle, aquilo a que ele não se ateve que me fascina em arquitetura…

    Mas voltando ao projeto, e refletindo sobre as questões postas até o momento, são muito claras as referências adotadas nos partidos. Ora tenho que discordar que isso trata-se de brutalismo ou algo similar, pois entre os 3 primeiros não vejo um desejo de expressar através dos edifícios um processo executivo artesanal, como foi o brutalismo paulista. No entanto, são claras as decisões quanto a elevar os volumes que organizam-se num eixo longitudinal em função do próprio desenho do lote, gerando um desenho muito similar em todos os projetos.

    E é nesse ponto que eu indago: até onde é válida, no exercício do arquiteto, uma atitude de intenção formal e espacial atrelada a experiências paradigmáticas antecessores.Ora eu entendo que arquitetura seja, para além do programa, mil e uma coisas a mais que existem na cabeça do arquiteto.

    Minha crítica pois fica com relação à universalização adotada como partido entre os participantes, universalização essa expressa no desenho dos espaços analisados através dos desenhos, todos eles associados a experiências comprovadas não somente inconsistentes, principalmente frente à alta flexibilidade exigida nos projetos atuais, mas também pela exploração desses espaços que nesses desenhos preliminares, a meu ver, é pouco explorada a ponto de indicar uma experiência nova ao usuário.

  9. Olhando o partido dos projetos e vendo o edital do concurso, percebi que o único projeto que não levou em consideração a praça como um ganho para a cidade foi o primeiro colocado, o segundo fez relações interessantíssimas com o edifício vizinho quando ele colocou os campos visuais do terreno em relação ao dois edifícios mostrando que a um respeito enorme com o edifício da câmara criando assim espaços permeáveis ligando os dois edifícios parabéns por essa relação! O terceiro também criou uma praça em frente com o acesso lateral criando assim um eixo que ligam os dois prédios trazendo dessa forma os usuários do teatro mais próximo a câmara. Só fiz esse comentário porque acredito que o espaço público é um ganho para a cidade, que para mim vem antes do objeto proposto em si.

  10. “Isso é muito comum em estudantes que idolatram Zaha hadid, frank gehry e thom mayne, mas a tecnologia usada por estes, não está a nosso alcance! Temos que por os pés no chão e fazer o que melhor sabemos, a arquitetura brasileira!
    Que hj é referencia mundial.Arquitetura não é técnologia, arquitetura é ARTE.

    Seria a arquitetura somente arte?não vejo tanta facilidade em definir a Arquitetura desta maneira,e o que seria exatamente “A Arquitetura brasileira”?…sera que temos somente “um movimento” hegemonico baseado na construção em concreto armado?botar o pe no chão é continuar re/produzindo o que os grandes mestres da arquitetura brasileira faziam na decada de 60 e 70 em outro contexto historico/politico/cultural?Não quero afirmar nada aqui como verdade absoluta,mas eu acho que quando comentaram sobre as novas tecnologias não estavam falando nem de gehry e nem de zaha,há muitas outras coisas sendo feitas atualmente no mundo e não estão girando em torno de gerhy e zaha.Ainda há um grande fantasma entre nos,os grandes genios ainda assombram os arquitetos brasileiros, com suas caixas elevadas em concreto aparente.Eco dos ancestrais que deixaram um legado de uma arquitetura muito bem feita e inovadora…inovadora em seu contexto historico/politico.Concordo com o Paulo e acredito que esse “Debrutalismo”é uma “versão”muito mais fraca de nosso “Brutalismo”com pouco impacto e que ja cansa os olhos.

    Enfim,não da para falar muita coisa sem ver o projeto …vamos espera o projeto.

  11. …Então quer dizer que Arquitetura não é tecnologia, Arquitetura é arte?

    João, perdoe minha engenuidade estudantil, mas nos tempos atuais em que cada vez mais disciplinas fazem parte de nosso escopo, você tem a coragem de dizer que Arquitetura não é tecnologia?

    Acredito que arquitetura é sim tecnologia,como é também espetáculo, arte, ofício, reflexão …enfim Arquitetura é Arquitetura!

  12. Mais interessante é ver como alguém não parece estudante e muito menos profissional ao tentar discutir com argumentos tão superficiais e ainda tentando julgar a capacidade de nós, estudantes de verdade, investigadores, indagadores, não acomodados e deslumbrados com todos os projetos vencedores de concurso, não precisamos puxar saco de ninguém.
    Ninguém até agora defendeu Zaha Hadid, Gehry ou Tom Mayne, e muitos menos os idolatram. Eu, particularmente, idolatro Vila Artigas, Mendes da Rocha, F.Ll.Write, Mies Van der Rohe, etc. Grandes mestres da arquitetura, e não é por isso que apoiarei mímeses de obras de 40 anos atrás sendo construídas nos dias atuais.
    Novamente, gostaria de ressaltar que ninguém está defendendo estilo algum aqui, a não ser, ao que me parece, o caro João B. Não tenho nada contra, e acho que nossa tecnologia já ultrapassou esse nível de projeto ha tempos.
    Mas vivamos essa sociedade de consumo…
    “Stilo, ou você tem ou você não tem”.
    ps. Perdão se não tenho/defendo um padrão.

  13. Interessante é ver como ESTUDANTES escrevem com a propriedade de um arquiteto de 30 anos de carreira.

    Isso é muito comum em estudantes que idolatram Zaha hadid, frank gehry e thom mayne, mas a tecnologia usada por estes, não está a nosso alcance! Temos que por os pés no chão e fazer o que melhor sabemos, a arquitetura brasileira!
    Que hj é referencia mundial.

    Escrever comentários é muito fácil, vencer um concurso é bem difícil! Parabéns mais uma vez ao pessoal vencedor e aos finalistas. Todos os projetos estão muito bons e merecidos!

    Arquitetura não é técnologia, arquitetura é ARTE.
    Se arquitetura fosse apenas tecnologia, os engenheiros com pós em tecnologia seriam os melhores arquitetos do mundo.

  14. Se olhares mais projetos do Zumthor, verás que seus projetos não se baseiam apenas no ‘artesanato’ da capela alemã, que, aliás não possui relação alguma com o teatro aqui discutido uma vez que para a execução da capela materiais e mão de obra locais(com pesadíssima carga cultural) ditaram o projeto, coisa que não ocorreria no projeto do teatro, já que necessita de mão de obra qualificada e muitíssima madeira para a produção das formas.
    Não temos que defender aqui um estilo, e sim a investigação no mundo contemporâneo, este, que não encontra-se muito bem das pernas para sustentar todos os nossos caprichos e desperdícios que servem apenas de nutrição para o nosso próprio ego.

  15. Desculpe Marcos, mas a arquitetura de Zumthor, com exceçaõ à capela de L´Eifel, é pura tecnologia. Ou melhor, é supertecnologia. Nas Termas de Vals, ele emprega o uso de um concreto desenvolvido especialmente para essa obra. O Kunsthaus da cidade de Bregenz é outro exemplo da materialização tecnológica, assim como o Kolumba Art Museum na Alemanha. Zunthor é um artesão, trabalha sua obra através dos sentidos… e sem dúvida emprega a tecnologia de ponta em seus trabalhos.

    Mas voltando ao assunto, realmente temos que tirar proveito do que há de bom nos pensamentos dos modernos e reeditá-los para o nosso tempo. O Marcello, logo acima, disse que o 1o. premio é genial. Desculpe, mas genial para mim é a Fallingwater,a Farnsworth, a Casa de vidro ou as Termas de Vals, que são exemplos de arquitetura paradigmática de grandes mestres.

    O projeto vencedor, apesar de interessante, soa mais como um déjà vu de uma época de ouro da arquitetura brasileira. E isso, que fique claro, não é uma critica ao projeto mas a constatação de uma cultura projetual enraizada dentro do universo dos concursos públicos. Sabemos dos limites que são impostos e de todo cenário que envolve esse processo.

    Para finalizar, não defendo o espetáculo como paradigma para esse milênio assim como não defendo a releitura de uma época de ouro, correndo o risco de tornar-se um mero pastiche. Acredito em conceitos, mas também acredito em linguagens. O que gostaria é que nossa arquitetura desse sequência e assumisse a posição frente aos problemas do presente encontrando respostas novas e consistentes.

  16. Desculpa Rafael, mas tenho que discordar com tua posição. Da uma olhada no trabalho do arquiteto Peter Zumthor, o último a ganhar o prêmio pritzker, e verás que a produção arquitetônica mundial não é apenas super tecnologia. E as estratégias projetuais “da década de 60”, deixadas de lado na orgia pós moderna, estão sendo retomadas, inclusive por arquitetos como Richard Meier, que inclusive escreve e defende isso em um de seus livros. Não podemos perder o que tem ou teve de bom, temos apenas que desenvolver e mudar o que há de ruim para evoluir.

    apenas minha opinião

    abraço

  17. Frente à novas tecnologias e estratégias projetuais contemporâneas, sinto-me na década de 60 (nada contra os projetos da época, muito pelo contrário), se compararmos estes projetos à produção arquitetônica mundial.

  18. paulo victor, de brutalismo esse projeto nao possui nada!!! ele pertence ao “levismo” contemporâneo. rs.

    caro colega, se vc quis dizer sobre o uso do concreto, acredito que foi a decisao mais acertada fazê-lo com essa tecnologia, tanto que ganhou o concurso. além de ser muito mais leve e lindo que os outros. qq projeto em aço ou outro material não seria tão leve como esse…. é aquela velha questão do “peso ao contrário”. a linda rocha achatada de yuri vital é simplesmente genial. parabéns a esse jovem arquiteto que eu venho acompanhando o simples e objetivo trabalho. assim como o pessoal da chn arquitetos e mais uma turma boa que vem por aí.

    abraços a todos.

    o projeto do yuri é simples, uma maravilha, sua influência pela boa arquitetura brasileira nos deixa esperançosos frente à “rota do desastre” das cidades atuais.

  19. Claro que as análises são puramente formais, mas nota-se pelo menos o partido em relção aos materiais usados. Esperemos os trabalhos completos.

  20. Concordo com a Beatriz… teria que haver uma análise mais profunda, mas quanto à forma, gostei de todos e realmente no vencedor, conseguiu-se fazer o que a maioria não consegue, que é arquitetura tanto como arte, claro, teria que haver uma análise mais profunda, mas realmente quando se olha pra essa obra não tem como deixar de ter a sensação de deleite que toda obra de arte que se preze deve ter.

    Abraço e parabéns a todos classificados

  21. Interessante, gostaria muito de entender como é possível realizar tal análise somente com estas imagens… arquitetura se faz com plantas, cortes e acima de tudo uma ambientalização que determina o partido, não?

    concurso para OBRAS é muito diferente de concuros para TEORIA! Quem representa a cidade é quem deve estar no juri, é destas intenções que a arquitetura cresce!

    Parabéns pelo projeto!

  22. Esse tipo de concurso deveria ser repudiado e não receber nenhuma inscrição. Os termos eram ridículos, o juri era formado por uma série de secretários da prefeitura. Criticam muito o IAB mas quando trata-se de concursos pelo menos há premiações justas.

  23. Projetos bons, mas os produtos arquitetônicos nacionais continuam muito conservadores, estamos passando da hora de rasgar o traço, largar o 90°usar o lápis 6b, temos potencial para isto porém, as comissões julgadoras dos concursos deverão fazer o mesmo.

  24. Sob análise formal e espacial, o projeto do Yuri Vital é quase uma poesia materializada, mas me encomoda um pouco esse ‘DeBrutalismo’ que vivemos.
    O projeto do Silvio Sant’Anna me parece mais cabível aos dias atuais se o relacionarmos às questões de sustentabilidade além da alta qualidade sob o olhar da estética e do espaço.

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